Breakdown: tempos matadores no álbum de estréia

Resenha - Time to Kill - Breakdown

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+Compartilhar no WhatsApp

Por Fernão Silveira
Enviar correções  |  Comentários  | 

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Imagem
Após 10 anos de vida e muita rodagem no cenário do thrash metal de São Paulo, a banda BREAKDOWN lança seu primeiro álbum oficial, "Time to Kill", para fincar pé na lista de bons thrashers do nosso underground.
Afinal de contas, o que é um riff?Jimi Hendrix: Segundo Carmine Appice, ele não gostava do Led

Ao conferir a biografia da banda no site oficial do BREAKDOWN, é impossível não se ater às muitas idas e vindas do trio. O guitarrista e vocalista Leo é o fundador e o coração do grupo, que não hesitou em buscar reforços constantemente para manter a chama acesa.

E foi esta garra thrasher que levou à realização de um sonho para o BREAKDOWN: a gravação de "Time to Kill". O álbum de estréia, que traz trabalhos já registrados em demos e exibidos em muitos shows, foi gravado por Leo, Danilo (baixo) e Edu Pinho (bateria). Pois a experiência dos caras garante um resultado final satisfatório.

As influências de nomes como DEATH e KREATOR são facilmente perceptíveis. O som do BREAKDOWN é agressivo e bem construído, seguindo o check list básico para agradar aos fãs do bom e velho thrash metal.

"And The Attack Doesn't Stop" abre o álbum e mostra bem ao ouvinte o que virá ao longo das oito faixas de "Time to Kill". Na seqüência, "From Other Side" marca presença evocando lembranças do SLAYER dos (grandes) tempos de "Season in the Abyss". Outro destaque do álbum é a violenta "Mutant Personality", dotada de um riff inspirado e agressividade na medida certa.

Acima de destaques pontuais, "Time to Kill" se notabiliza – como todo bom álbum de thrash metal – pela regularidade. O disco é turbinado do começo ao fim, embalado pelo entrosamento entre vocal, guitarra, baixo e bateria. Uma prova de que as dificuldades para manter a banda estável não impediram o BREAKDOWN debutar com um bom trabalho.

BREAKDOWN – "Time to Kill"

1 - And the Attack Doesn't Stop
2 - From Other Side
3 - Misantropic World
4 - War
5 - Mutant Personality
6 - Traitor
7 - Nuclewarchild Victms
8 - Time to Kill

Gravadora: Unsilent Records

Site da banda: http://www.breakdown.com.br/

BREAKDOWN no MySpace: http://myspace.com/breakdownsp

Quer ficar atualizado? Siga no Facebook, Twitter, G+, Newsletter, etc

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+Compartilhar no WhatsApp

Todas as matérias e notícias sobre "Breakdown"

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

Todas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDsTodas as matérias sobre "Breakdown"

Riff
Afinal de contas, o que é um? E qual a sua receita?

Jimi Hendrix
Segundo Carmine Appice, ele não gostava do Led

Covers inusitados
COB tocando Britney Spears? Shakira tocando ACDC?

Heavy Metal: os dez melhores álbuns lançados em 1992Bateristas: os trinta mais ricos do mundoEm vídeo: A diferença entre ser músico e ser rockstarJudas Priest: Análise vocal de Rob HalfordIron Maiden: vídeo dos bastidores da remasterização dos 15 álbunsNX Zero: "É bom para o rock estar longe da TV aberta"

Sobre Fernão Silveira

Paulistano, são-paulino, nascido nos "loucos anos 70" (1979 ainda é década de 70, certo?) e jornalista. Sua profissão já o levou a cobrir momentos antológicos da história da humanidade, como o título paulista do São Caetano, a conquista da Copa do Brasil pelo Santo André, a visita de Paris Hilton a São Paulo e shows de bandas como Judas Priest, Whitesnake, W.A.S.P., Megadeth, Slayer, Scorpions, Slipknot, Sepultura e por aí vai. Ainda tem muito gás para o nobre ofício jornalístico, mas acha que não vai muito mais longe depois de ter entrevistado Blackie Lawless, Glenn Tipton, Rogério Ceni e, claro, Paris Hilton.

Mais matérias de Fernão Silveira no Whiplash.Net.

Link que não funciona para email (ignore)

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em agosto: 1.237.477 visitantes, 2.825.604 visitas, 7.034.755 pageviews.

Usuários online