Pearl Jam é o primeiro lançamento em estúdio, dos últimos gigantes do grunge, desde Riot Act, de 2002, e o primeiro depois da memorável passagem da banda por terras brasileiras.
Nota: 9 








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Eddie Vedder continua escrevendo letras intimistas, às vezes extremamente melancólicas e outras mais revoltadas com a situação mundial, guerras e catástrofes. Acerta a mão na maioria delas, como no primeiro single e já sucesso “World Wide Suicide”, onde o vocalista não assina apenas a letra, mas também a música. O mesmo acontece em “Severed Hand”, uma das mais rockeiras do disco.
Agora com a formação estabilizada e com o baterista Matt Cameron mais do que integrado à banda, as músicas parecem ainda mais coesas. Desde o começo com “Life Wasted”, que abre a seqüência de maneira brilhante, a linda “Marker In The Sand” – que tem tudo pra virar um clássico ao vivo, cantada por multidões, “Parachutes” e a pesada “Big Wave”, todas merecem destaque.
Um disco que vai conseguir trazer de volta a atenção dos fãs mais antigos, sem afastar os que evoluíram com a banda. Mas que, de maneira alguma, deixa o Pearl Jam parado no tempo, se mantendo atual e inspirador e mostrando que a raça do grunge – beirando a extinção – ainda vai ter muitos anos pela frente.
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Designer, carioca e tricolor. Começou a ouvir música aos 11 anos, com Iron Maiden, Metallica e Rush. Tem como hobby quase profissional, a música. Além de produzir shows e eventos, trabalhou por 5 anos em loja especializada em Heavy Metal, e já escreveu para alguns sites e revistas de música. Hoje escuta de tudo um pouco, e cada vez mais descobre que existem apenas dois tipos de música: a boa e a ruim, independente do estilo. Bandas e artistas favoritos: Dave Matthews Band, Peter Gabriel, Rush, Iron Maiden, Led Zeppelin, Ben Harper, Radiohead, System of a Down... e a lista continua…
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