Nota: 5 




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Os paulistas incluem em seu som, além dos passos de Max e Igor, diversas referências, a saber, Limp Bizkit, Fear Factory (de Obsolete – 1998), Deftones, Prong, e mais. O trabalho ficou extremamente caprichado, ‘digitalizado’ e com uso de bastante tecnologia, apesar de por momentos soar levemente artificial.
A seção rítmica é ótima e mantém a tradição nacional de qualidade neste sentido. Porém, fora este quesito, rasas são os instantes onde consistência e ousadia bem sucedem. Geralmente, um sobressai o outro e abre uma lacuna na composição.
O arrojado não se distancia muito do afoito e é aí que mora o problema do Chipset Zero. Quando seguem uma linha de raciocínio próxima à do Soulfly no primeiro álbum, saem-se bem. Se optam por navegar pelas demais importantes influências que possuem, fazem tudo de uma vez, e se colocam em cheque. Você ouve e conclui o caminho traçado por eles mesmos: cheque-mate.
O grupo em si é bom, mas o que suponho poder denominar ‘ansiedade de mostrar serviço’, prejudicou-os e fez de “Deep Blue” um álbum apenas razoável.
Site Oficial – http://www.chipsetzero.com.br
Shark (Vocais – Percussão)
Ronny (Guitarras – Vocais)
Bozzo (Guitarras)
Ayka (Baixo – Vocais)
Jeff (Percussão)
Jamil (Bateria)
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Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.
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