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Faixa 01 - Crossing: Crossing, a introdução, é a única música do CD que não é composta pelo Angra, e sim, pelo compositor italiano G.P. da Palestina.
Faixa 02 - Nothing To Say: Nothing To Say é como se fosse a Carry On do álbum Angels Cry, é uma música pesada, rápida e traz difíceis riffs de guitarra.
Faixa 03 - Silence and Distance: Essa música é inteiramente composta por André Matos. Tem o início lento apenas com um piano ao fundo, e a voz inconfundível de Matos. Repentinamente ela ganha peso e um vocal mais agressivo. Pra mim, o único problema desta música é ao refrão que tem um rítimo muito chato.
Faixa 04 – Carolina IV: Já começa chamando a atenção pelo nome, e também é um tanto redundante (faixa 4, Carolina IV). E venha a percussão e o coro formado por André Matos, Rafael Bittencourt e Kiko Loureriro, que excepcionalmente cantam em português, mas é quase que imperceptível. Logo entra o nosso querido vocalista cantando com uma entonação perfeita. Pouco tempo depois, a música se torna rápida, inciando-se com guitarras e baixo mais acelerados, e assim o refrão inesquecível. Mais ou menos no meio da música surge um rápido solo de baixo que logo é seguido por percussões mais vistosas. Assim a música segue ficando cada vez mais lenta e calma até que chegam o violino e o piano, mas logo o silêncio é quebrado pela batida forte da bateria de Ricardo Confessori e dos dinâmicos solos de Kiko e Rafael. André volta a cantar e a música se encerra com os coros e as batidas do início da música.
Faixa 05 – Holy Land: Faixa-título do álbum, é bem regional. Tem início com o piano de André tocando uma música típica de capoeira que se segue com um ótimo desempenho vocálico do músico. A faixa também segue um recurso utilizado pela banda, o que chamamos “Progressivo”. Mas logo depois ela se acalma de novo, e assim se alterna mais uma vez. Seu fim se dá com tambores.
Faixa 06 – The Shaman: “Nervosinha” e rápida, com refrões rápidos. A música meio que para na metade e é inserido um trecho de uma obra retirada do álbum “Música Popular do Norte Nª4” , que se eu não me engano é de autoria de um músico regional brasileiro chamado Marcus Pereira.
Faixa 07 – Make Believe: É conhecida como uma das grandes baladas do Metal nacional e do próprio Angra. Pra se ter uma idéia do sucesso, na época produziram um clipe (que particularmente eu não gostei) e passou um número significativo de vezes na MTV Brasil. A música não é merecedora do clipe. É bem diferente das músicas compostas pela banda até o momento. Nela, André mostra que merece ser considerado um dos melhores cantores do estilo, e também desempenha um dos seus melhores falsetes.
Faixa 08 – Z.I.T.O: Existem vários boatos sobre o que quer dizer Z.I.T.O. Um dos mais interessantes que eu soube até o momento era de que Z.I.T.O seria um pacto entre os integrantes do Angra. Bem, desde a criação da música nada se soube a respeito do verdadeiro significado, que pelo ou menos tivesse vindo da boca de algum dos caras. Z.I.T.O é uma música de rítimo rápido, refrão marcante e traz um ótimo solo de guitarra.
Faixa 09 – Deep Blue: A tradução do título da música é AZUL PROFUNDO. Provavelmente refere-se ao mar... (óbvio). Também é fácil de perceber que é uma faixa progressiva. André cantando e violino e piano ao fundo. A música ganha força repentina e logo se acalma, volta a se enfurecer e se acalma de novo, desta vez com canto lírico e em seguida, ganha força e se alia á voz de Matos novamente, um solo de guitarra pra não perder o costume e se encerra calma.
Faixa 10 – Lullaby for Lúcifer: Uma música não muito demorada e sem variações. Um violão “melodramático” abre a música junto á sons de ondas e pássaros. Ela é toda calma. Uma música interessante.
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