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Guitarras: As mais icônicas do Rock - Parte 3

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Por Marco Pala
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Dando sequência à série mostrando guitarras icônicas que marcaram a história do rock e da música em geral, vamos à parte 3:

EDDIE VAN HALEN – “FRANKENSTRAT”

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Esta é uma das guitarras mais importantes da lista. Se o seu criador mudou para sempre a maneira de se tocar guitarra, a “Frankenstrat” acabou sendo a pioneira de um novo padrão de instrumento (chamado de “super-strato”). Para se ter uma ideia, a moda das super-strato fez com que muitas marcas tradicionais quase fechassem as portas, e seu design abriu espaço para o surgimento muitas novas empresas. Até o meio dos anos 70, se um guitarrista quisesse um som potente e robusto, recorria a instrumentos da Gibson (ou algum outro modelo com conceitos de construção nela baseados), que eram pesados e com pouca ergonomia. Mas se preferisse a praticidade, recursos e conforto de uma Stratocaster, teria de se contentar com seu som magro e estridente, a não ser que esta fosse sua preferência quanto à sonoridade. Eddie Van Halen transitava entre estes dois mundos, mas não estava contente. Ele queria uma guitarra que atendesse às suas necessidades pessoais, contendo o conforto da Strato e o som da Gibson. Por volta de 1978, Eddie comprou (por US$ 130) um conjunto de braço e corpo modelo Stratocaster, feito pela empresa Boogie Bodies, de propriedade de Wayne Charvel e Lynn Ellsworth. Wayne havia há pouco vendido sua oficina (Charvel Guitar Repair) para seu principal luthier, Glover Jackson, e começou a confeccionar partes de guitarra para que as pessoas as montassem como quisessem (algo até então pouco explorado). Daí, EVH tratou de montar sua própria guitarra usando peças tiradas de outros instrumentos de sua coleção: a ponte de uma Strato 1958 e apenas um captador PAF (com espaços preenchidos por parafina) tirado de uma Gibson ES-335. Potenciômetros? Apenas um volume e nada mais. Montou tudo em um escudo (na verdade, recortado de um disco de vinil e cobrindo apenas a parte que cobre os controles), deixando tudo de forma propositalmente desleixada. O corpo foi pintado de preto usando simples sprays de pintar bicicleta, adicionando depois algumas listras brancas (a pintura vermelha com listras em branco/preto viria só um ano depois). Parece simples e até mesmo prosaico, mas a guitarra tosca mudou a história da música e da indústria de instrumentos. Houve uma corrida dos músicos para obter guitarras semelhantes, dando início ao mercado de super-stratos. Depois de algum tempo, Eddie foi modificando sua “Frank”: trocou a ponte por uma Floyd Rose (novidade da época), o captador PAF por um Seymour Duncan e até mesmo um braço da marca Kramer foi instalado em 1983, quando Eddie foi contratado como “endorser” da marca. Curiosidade #1: depois de um tempo, para “trollar” imitadores que surgiam a todo instante, Eddie fixou na guitarra um captador single-coil na posição do braço, e também um seletor de pickups tipo Fender (que ficava sempre na posição do meio). Mas eles de fato não funcionavam, era só para enganar desavisados. Curiosidade #2: depois de sua Frank #1 (guardada depois de várias turnês), Eddie fez outras (uma delas está no Museu de História Americana e outra enterrada junto ao corpo de Dimbag Darrell), e vem há décadas usando instrumentos de marcas como Kramer, Music Man, Peavey e atualmente EVH (marca que leva seu nome, feita pelo grupo proprietário da Fender).

ERIC CLAPTON – “BLACKIE”

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Nos anos 60, Eric Clapton era considerado um “deus” da guitarra na Inglaterra, tendo estado à frente da lendária banda Cream e também como “sideman” de John Mayall and The Bluesbreakers. E era conhecido por usar guitarras Gibson, tanto que foi um dos responsáveis pela obsessão de muitos músicos pela Les Paul Standard de 1959, já rara na época. Mas, ao assistir a apresentação de um jovem americano chamado Jimi Hendrix, Clapton ficou estarrecido. Como aquilo era possível? Aborrecido, o “deus” decidiu se reinventar. Dá-se início à sua magnífica carreira como artista-solo, tendo sempre uma indefectível Fender Stratocaster à frente. Se Hendrix conseguia fazer tudo aquilo com uma Strato, ele também conseguiria. Em 1970, Clapton comprou seis Stratocasters originais dos anos 50 e deu três delas de presente a amigos (no caso, George Harrison, Pete Townshend e Steve Winwood). As outras três foram desmontadas e de suas melhores partes foi construída uma única Strato, a guitarra mais icônica da carreira do “Slow Hand”, apelidada de “Blackie” por conta da cor preta. Uma Fender Stratocaster “frankenstein” com corpo de 1956 e braço de 1957. Ele a usou como principal instrumento entre 1973 e 1985, até aposentá-la das turnês, trocando por modelos “signature” feitos pela Fender com base em sua original. Em 2004, a Blackie foi leiloada (junto com outras guitarras lendárias de Clapton e também de outros músicos) em benefício de uma instituição fundada pelo guitarrista (Crossroads Centre) pela bagatela de US$ 959.500. Curiosidade: até a virada dos anos 60 para os anos 70, a Fender não produziu Stratocasters pretas, sendo que o corpo da Blackie era originalmente de outra cor e foi repintado posteriormente.

FRANK ZAPPA – “HENDRIX/ZAPPA” STRATOCASTER

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Outro guitarrista que possui diversas guitarras que poderiam figurar nesta lista. A escolhida, porém, é um instrumento que possui uma ótima história. Trata-se de uma Fender Stratocaster “sunburst” que Jimi Hendrix queimou e destruiu no festival Miami Pop em 1968. Frank era amigo do então “roadie” de Hendrix, Howard Parker, que acabou juntando os pedaços da Strato e dando de presente ao amigo. A guitarra foi parar na parede da casa de Zappa, como uma espécie de relíquia, ficando lá por um tempo até que ele resolvesse levá-la a um luthier para remontá-la. Assim como praticamente todos os instrumentos deste insano guitarrista, a Strato não foi mantida em sua configuração tradicional, com a inclusão de diversas chaves, pré-amps e circuitos ativos. Ela foi usada, entre outros, nas gravações do álbum “Zoot Alures”, de 1976, e permaneceu com Zappa até 1991, dois anos antes de sua morte. Na ocasião, seu filho Dweezel encontrou a guitarra (que Zappa dizia ter perdido) totalmente desmontada, embaixo de uma escada do estúdio de seu pai, e ficou totalmente eufórico com a descoberta. Então, Frank a deu de presente ao filho, que guardou as partes até 2002, quando resolveu trazê-la (novamente) de volta à vida, colocando a guitarra num leilão com intuito de obter 765 mil euros na venda. Como ninguém chegou a este preço, ele continuou com a guitarra, tendo recentemente declinado de uma oferta de cerca de 510 mil euros.

GARY MOORE – “THE GREEN BURST” ou “GREENY”

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O saudoso Gary Moore nunca se prendeu a um modelo de guitarra em especial, tendo transitado entre Gibson e Fender assim como a sua carreira, que transitou entre o blues e o rock pesado. Porém, uma de suas guitarras se destacou pela sua incrível história, a “Green Burst” (ou “Greenie”). Vale esclarecer que a guitarra não era verde, mas sim, uma Gibson Les Paul Standard “sunburst” de 1959, o “santo graal”. Gary foi dono de duas delas (o que é raro), mas esta foi especial: pertenceu a Peter Green (daí o nome), um dos guitarristas mais influentes da história, que a usou enquanto era “sideman” de John Mayall e também em sua passagem pelo Fletwood Mac, que ajudou a fundar. Esta guitarra tinha um som muito particular, diferente de todas as Les Pauls conhecidas até então, mais estalado e magro, o que fez muita gente quebrar a cabeça para achar um modo de extrair aquele som (muitos deles incluídos nesta lista). Em 1972, cerca de cinco anos depois de tê-la adquirido, Peter vendeu a guitarra (por uma barganha) a Gary Moore, que então era um fã relativamente anônimo. A guitarra ficou com o novo dono até 2006, quando Moore a vendeu a uma loja especializada em instrumentos “vintage”, depois de problemas financeiros. Curiosidade #1: somente em 1984 é que se descobriu o “segredo” por trás do som ímpar desta guitarra (apesar de muitos já desconfiarem). O pickup PAF do braço havia sido montado na fábrica de forma “errada”, ou seja, o imã de alnico (em formato de barra retangular) foi inserido com os pólos norte/sul ao contrário, dando como resultante um som “fora de fase”, principalmente quando misturado com o captador da ponte (montado de forma “correta”). Curiosidade #2: o atual dono do instrumento é ninguém menos que Kirk Hammet (Metallica), que teria desembolsado pela guitarra a módica quantia de US$ 2 milhões. Há alguns anos a Gibson fabrica uma versão Custom Shop desta guitarra.

GEORGE HARRISON – “LUCY”

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Escolher uma guitarra de um Beatle para uma matéria deste tipo não é tarefa fácil, uma vez que cada fã vai ter um instrumento preferido, que representa alguma fase específica de sua carreira, e George possui uma boa lista de instrumentos lendários. Porém, a guitarra escolhida para esta matéria foi a “Lucy”, ou melhor, uma Gibson Les Paul “goldtop” de 1957 (repintada de vermelho pela própria Gibson na sua fábrica em Kalamazoo, Michigan). Esta guitarra pertenceu a Rick Derringer, então integrante da banda McCoys, que foi o responsável em mandar repintar a guitarra em 1966. Provavelmente por não ter gostado do resultado (repintar uma guitarra pode alterar seu timbre original), Rick a vendeu para a loja de Dan Armstrong, em New York, e ninguém menos que Eric Clapton a comprou. Em 1968, Eric foi convidado pelo amigo George para algo muito raro: participar de uma sessão de gravação com os Beatles, no caso, para o solo de guitarra em “While My Guitar Gently Weeps” (lançada no “álbum branco”). Eric levou a Lucy para as sessões e depois de gravado o antológico solo, ele a deu de presente para George. Com o novo dono, Lucy figurou em outras gravações dos Beatles (“Something”, por exemplo) e também no vídeo de “Revolution”. Curiosidade #1: em 1973, um ladrão entrou na casa de Harrison e, entre outras coisas, furtou esta guitarra, que estava debaixo da sua cama. Ela foi parar numa loja em Hollywood e foi comprada por um mexicano chamado Miguel Ochoa, por US$ 600. Pouco tempo depois, a loja descobriu que havia vendido a Les Paul roubada de Harrison, e levou muito tempo até convencer Ochoa a devolver a guitarra (“devolver” não foi bem a questão: ele recebeu em troca uma valiosíssima Gibson Les Paul Standard 1958 e um baixo Fender Precision). Lucy permaneceu com George até sua morte em 2001. Curiosidade #2: A guitarra foi batizada por Clapton em homenagem à comediante Lucille Ball, que era ruiva.

GLENN TIPTON (JUDAS PRIEST) – HAMER GT

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Glenn Tipton está no comando das guitarras do Priest desde 1974, ou seja, mais de 40 anos de carreira, boa parte deles ao lado do colega K. K. Downing. E, há pelo menos 30 anos, Glenn vem usando como principal guitarra um modelo “signature” bastante peculiar, a Hamer GT. Dos anos 70 até o início dos anos 80, ele se dividiu entre guitarras Gibson (SG e Les Paul) e Fender (Strato), todas modificadas, até iniciar seu longevo relacionamento com a Hamer em 1984, adotando o modelo super-strato Phantom A5 (que usa até hoje, numa versão “signature”, chamada Phantom GT). No mesmo ano, surgiu a oportunidade de ter um modelo “signature” exclusivo, que ele batizou com as iniciais de seu nome (GT), tendo projetado a guitarra juntamente com o criador do modelo Phantom, Jol Dantzig. Desde então, Glenn se manteve fiel às suas Hamer GT (e também Phantom), que possui um design arrojado, projetado em parte para ser uma guitarra funcional e confortável para solos. Ela possui fácil acesso aos últimos trastes (devido à escala “fora do corpo”, conceito baseado na SG, além de braço e corpo em única peça de madeira). Porém, o corpo possui também um visual único e chamativo, feito para chocar. A guitarra possui pickups EMG e Glenn utiliza algumas peças em diferentes misturas de branco e preto, mas a branca da foto é a sua favorita.

JACK WHITE – AIRLINE “JB HUTTO” 1964

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Em cada fase de sua prolífica carreira, ou em cada superbanda que resolve montar, Jack White usa diferentes instrumentos, como Gibson, Fender ou Grestch. Mas sua imagem vestido de vermelho/branco/preto à frente do White Stripes é a mais icônica, (quase) sempre empunhando uma guitarra Airline nas mesmas cores de seus figurinos da época. Esta guitarra é relativamente curiosa, uma vez que era quase que uma “guitarra de brinquedo” fabricada pela empresa Valco e vendida pelos correios entre o final dos anos 50 e final dos 60. De fato, esta guitarra era um instrumento muito tosco, feito para iniciantes, que por alguma razão acabou caindo no gosto de alguns músicos profissionais. Pra se ter uma ideia, o braço vinha aparafusado em um corpo oco feito de fibra de vidro! Este modelo em especial não possuía um nome, tendo ficado conhecido como “Res-O-Glass” (referência à fibra de vidro) ou “JB Hutto” (referência ao guitarrista-slide Joseph Benjamin Hutto, que costumava usar uma dessas). Por alguma razão, as Airline “de plástico” se tornaram muito procuradas por colecionadores, ante ao curto tempo da produção original, que se encerrou em 1968. No final da década de 2000, a empresa Eastwood Guitars adquiriu os direitos para reproduzir as guitarras antes feitas pela Valco (entre elas, alguns modelos National e Airline, incluindo a “Res-O-Glass”). Jack White, no caso, usou suas Arline originais (a maioria sem o pickup do braço) durante os tempos de White Stripes, tendo sido um dos responsáveis pelo interesse das novas gerações por essas guitarras toscas.

JAMES HETFIELD (METALLICA) – ELECTRA FLYING V

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James Hetfield é dono de uma vasta coleção de guitarras, e muitas delas marcaram alguma época específica em sua carreira à frente do Metallica, principalmente modelos Explorers (Gibson e ESP). Porém, a guitarra a ser tratada nesta matéria foi a sua favorita durante o período inicial, que cobre os álbuns “Kill Em All” e “Ride The Lightning”. Uma Gibson Flying V branca? Não, uma cópia japonesa barata feita pela marca Electra, com braço aparafusado ao corpo e captadores originais substituídos por dois Seymour Duncan Invader. James instalou uma capa de tensor original da Gibson Flying V para que as pessoas pensassem se tratar de uma Gibson, mas não era. Esta foi a segunda guitarra que James adquiriu (por US$ 200), em 1980, e ele a adorava, a ponto de deixar uma Gibson Explorer na reserva. Ele usou a guitarra nas gravações dos dois primeiros álbuns do Metallica e em turnês até 1984 ou 1985, quando ela sofreu uma queda e o braço quebrou. A partir de então, as Explorers (primeiro Gibson, depois ESP) tomaram conta de seus set-ups, sendo o modelo favorito até os dias atuais (entre outras, claro). Em 2008, 24 anos depois de sua prematura aposentadoria, a Electra Flying V foi trazida de novo à vida. James (que guardou a guitarra quebrada por todos estes anos) mandou consertar o braço original e instalou captadores EMG (81 e 60), voltando a usá-la nas gravações de “Death Magnetic”, estando desde então em seus set-ups de gravações.

JEFF BECK – “TELE-GIB”

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Jeff Beck é, sem dúvida, um dos guitarristas mais inventivos e influentes da história, principalmente para o rock pesado. Entre suas guitarras lendárias, uma das mais interessantes é a “Tele-Gib”: um “frankenstein” híbrido de Telecaster e Gibson. As primeiras Fenders com humbuckers originais de fábrica surgiram em 1972 (modelos Telecaster Deluxe e Custom), mas elas demoraram a se tornarem populares e a empresa somente voltou a investir em modelos com humbuckers nos anos 80, depois da “febre” das super-strato. Em 1974, Seymour Duncan (o lendário fabricante de captadores) trabalhava consertando instrumentos para a Fender, quando conheceu Jeff Beck e decidiu “graciosamente” lhe montar uma guitarra especial. Começou com um corpo de uma surradíssima Fender Telecaster 1959 e um braço tirado de uma velha Fender Esquire. Ao invés de montá-la como uma Tele normal, Duncan decidiu rebobinar um par de humbuckers quebrados (Gibson PAF tirados de uma Flying V 1959) e usar na guitarra. Os captadores possuíam mais saída do que o normal em razão da customização feita por Duncan, que aumentou as voltas das bobinas e usou outros tipos de fio de cobre. O resultado foi uma Tele confortável, com peças bem escolhidas; porém, com sonoridade de uma Gibson envenenada, algo raro para a época. Seymour Duncan levou a guitarra aos estúdios CBS, onde Jeff começava a produzir seu famoso álbum “Blow By Blow” e o guitarrista simplesmente enlouqueceu com o som da Tele: era a melhor guitarra que ele já tinha tocado na vida. Jeff não pensou duas vezes em fazer um negócio com Duncan, dando sua famosa Fender Esquire 1954 em troca da Tele-Gib (negócio que ele se arrependeria mais tarde, quando instrumentos originais dos anos 50 e 60 passaram a custar fortunas). Segundo Duncan, ele fez a guitarra para Jeff sem pensar em algo em troca, mas Beck teria insistido em fazer um negócio com sua velha Esquire, que na época não valia muita grana. Porém, em algumas entrevistas, Beck dá a entender que Duncan já chegou ao estúdio “mirando” a Esquire. De qualquer forma, a Tele-Gib ajudou a escrever a história do rock com álbuns incríveis, incluindo “Blow By Blow”, e a guitarra está com Jeff Beck até hoje. Curiosidade #1: ao contrário do que muita gente acredita, a sigla que dá nome ao captador Seymour Duncan mais famoso (modelo JB ou SH-4), NÃO significa Jeff Beck, mas sim, “jazz/blues”. Curiosidade #2: Duncan até hoje é proprietário da Esquire 1954 de Beck e não a vende por dinheiro algum, apesar de tê-la emprestado ao Rock N´Roll Hall Of Fame para lá ficar exposta ao público.

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