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2017: Acompanhe 10 bons lançamentos de Janeiro (2º parte)

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Por Tiago Froks
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Há duas semanas postei 10 álbuns que ouvi na primeira quinzena de Janeiro. O critério para seleção foi um só: discos que foram lançados em 2017. Agora com mais títulos à disposição, deu para ser mais seletivo e postar apenas discos que realmente considerei bons. Continuo com a proposta de postar bandas menos conhecidas, mas ainda assim haverá um clássico ou outro, principalmente aqueles lembrados nos comentários da lista anterior. Decidi não conceituar os discos dessa lista. Percebi que alguns leitores se apegaram apenas à nota e acabaram não lendo a resenha, e por conta disso, tiraram uma impressão não tão fiel daquilo que quis passar nos textos.

Seguem mais 10 discos resenhados dos primeiros 30 dias do ano:

A.E.R.I.S.T. - Redeemer Destroyer, Pt. 1 The Strength of Many (Metalcore / Djent)

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Imaginem várias vertentes do hardcore (emo, screamo, post hardcore) se combinando e se confundindo com outras do metal (progressive metal, nu metal, math metal) e daí surgindo algo novo: o metalcore. Certo? Não. O metalcore já existe há uns bons anos e não reúne todos os elementos citados acima. A verdade é que não há um gênero determinado que englobe tanta influência. Mas o termo djent vem sendo bastante empregado para retratar esse tipo de banda. Os fãs tradicionais tanto do hardcore quanto do metal, negam a paternidade do filho rebelde, andrógino, moderno. Mas ele está aí, expandindo as fronteiras de ambos os gêneros. Instrumental absurdamente técnico, mudanças vertiginosas de andamento, vocal gutural alternando com outro extremamente melódico (pode-se ler emo sem medo de exagero) e muita criatividade. A temática futurística costuma ser padrão no gênero, e mesmo os timbres dos instrumentos, sugerem algo nesse sentido. Mesmo que seja para torcer o nariz, vale a pena ouvir um disco como esse. Eu já desisti do meu preconceito. O djent é muito empolgante para passar despercebido. Um sopro de novidade num cenário tão saturado das mesmas coisas.

Melhores faixas: Solace in Satelites, The Conduit e Legion

BONOBO – Migration (Post Rock / Pop / Eletronic)

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Peço que o leitor me perdoe! A resenha aqui vai para um disco pop. Totalmente pop? Não, mas muito mais do que eu esperava. Eu conhecia a banda – na verdade é apenas um DJ britânico – que havia lançado um disco que ouvi de passagem, e do qual uma música me chamara muito a atenção. Para quem tiver a curiosidade, a bendita música que me iludiu, chama-se “El Toro” e é incrível! Voltando ao lançamento: permaneci com a intenção de fazer a resenha, talvez com o intuito de desafiar algum possível ouvinte e saber se ele gostou. Eu mesmo não tenho certeza sobre o que disco me causou. Algumas faixas são realmente difíceis de digerir, tamanho o grau pop delas. Em compensação, mesmo essas composições, guardam certa sofisticação e cuidado com os arranjos. Fica uma sensação de pérola aos porcos: boas ideias desperdiçadas num contexto ruim (talvez ruim não seja a palavra certa). Um bom exemplo do que disse acontece na faixa “Outlier”: depois duma ótima passagem de sintetizador (lembrando até o de bandas de progressivo) entra uma batida manjada de música eletrônica, daquelas que tocam em lojas de departamento. Apesar de haver vocal em diversas faixas, a essência do álbum é instrumental. A voz é apenas um acessório. Para terminar a resenha e também fazer alguém acreditar que a audição desse álbum possa ter algum proveito, eu aconselho a ouvirem a faixa “Second Sun. Se ela não é post rock, passa muito perto. E insisto ainda no seguinte: ela poderia muito bem fazer parte do playlist de algum álbum da fase atual do “ULVER”. Para que não conhece, é uma banda norueguesa que começou fazendo o típico black metal do início dos anos noventa e que, ainda na mesma década, mudou a orientação musical e desde então, fazem música ambiente e eletrônica com muita qualidade. Comecei falando em pop e terminei em black metal: isso é um sinal para encerrar por aqui.

Melhores faixas: Migration, Second Sun e Ontario.

EXOPHAGE – Cosmic Key (Melodic Death Metal)

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Pensem em algo entre o SACRAMENTUM e o IN FLAMES; porém faltando a intensidade do primeiro e a diversidade do segundo. A banda americana segue a linha do death melódico sueco. As composições são trabalhadas em duas guitarras, sendo esse, talvez, o que de melhor o disco tenha a oferecer. Duas vozes interpretam os temas: uma gutural e outra bem rasgada, numa linha bem próxima a do Dani Filth (enjoei na segunda faixa). Sem muita novidade, o que é explorado no álbum já não impressiona tanto. Muita água já passou sob a ponte do death metal...Apesar da aparente indiferença, curti as faixas “Cycle of the Fly” que é disparada a mais criativa e trabalhada; “Human // Animal” que impressiona pela introdução viajante (quase-psicodélica) e depois a transição para algo mais pesado e cadenciado; e por último, mas também em sequência, “All Seeing Eye” que tem o melhor solo do disco e uma linha de baixo, que, mesmo furtiva, soa cativante.

Melhores faixas: Cycle of the Fly, Human // Animal e All Seeing Eye

GRAVE DIGGER - Healed By Metal (Heavy Metal)

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Com mais de duas décadas de distância do seu debut, a clássica banda alemã nunca fugiu de suas características. A sonoridade diferente que se nota, tem mais a ver com a evolução das técnicas de gravação. O som da bateria atesta bem essa mudança. Já na primeira faixa, os riffs chamam toda a atenção para si: rápidos e marcantes, não negam a origem oitentista da banda. O refrão cantado em uníssono, marca registrada, facilmente se acomoda em nossa memória e por ali fica um bom tempo. As demais composições seguem invariavelmente o mesmo caminho. O que diferencia é a postura que varia entre o heavy tradicional, o speed e o power metal. Um dos grandes destaques do álbum, fica com a voz do incansável Chris Boltendahl, único remanescente dos primórdios da banda. Talvez por ter um timbre mais sujo, o tempo parece não ter prejudicado seu desempenho vocal. Disco indicado para quem não quer ter surpresas: heavy certeiro, orientado por riffs e feito para se cantar junto. L-O-W-B-R-E-A-K-E-R!!!!!!

Melhores faixas: Healed By Metal, Lawbreaker , Free Forever e Kill Ritual

KREATOR – Gods Of Violence (Thrash Metal)

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Não digo nos anos oitenta. Cabe um talvez nos noventa. Mas de 2000 para cá, sem sombras de dúvida, o thrash alemão superou o americano, ao menos dentre os nomes consagrados. Revisitando os últimos álbuns do KREATOR, fica evidente que a banda largou mão de tentar soar cada vez mais pesada e agressiva. Eles já fizeram isso, e naquela época, fazia todo o sentido. Hoje, absolutamente não. Qual foi a fórmula que adotaram para se reinventar? M E L O D I A. A banda investiu no aperfeiçoamento desse aspecto e as composições ganharam muito. As intervenções melódicas das guitarras entre as passagens tipicamente thrash, são soberbas, sem exagero. E vou além: em alguns momentos, a banda raspa o power metal. Ouçam “Army of Storms” e tirem suas conclusões. De tudo que já ouvi esse ano, nada me tirou tanto o fôlego como esse disco aqui. E quem está escrevendo não é um grande fã da banda. Do Big 4 alemão, é talvez, a que eu menos goste. Com um time consolidado há quase 16 anos, parece que Mille Pedrozza (guitarra e vocal) e Ventor (bateria) encontraram os parceiros ideais. O entrosamento reflete nas composições. Sem a obrigação de soar como em meados dos anos 80 e 90, a banda permanece thrash (alguém questiona?) mas com elementos que enriquecem a experiência musical. Os temas despejam riffs e mais riffs, alguns manjados, é verdade, mas outros bem atuais e com timbres aceitáveis – aqui cabe uma pequena crítica – não consigo me acostumar com a forma que as bandas thrash começaram a soar a partir de 2000; a gravação perfeita prejudicou a maneira característica como elas soavam (nisso prefiro e muito os anos 80). Acima dos riffs, apenas os solos: um show! Não consigo escolher o melhor dentre eles. Há anos não ouvia tantos solos desse nível reunidos num álbum do estilo, talvez em algum do TESTAMENT...Termino a resenha ao som de “Hail to the Hordes”, que por sinal, tem um belo refrão ao melhor estilo heavy tradicional.

Melhores faixas: World War Now, Totalitarian Terror, Gods of Violence, Army of Storms e Side By Side

MIKE OLDFIELD – Return To Ommadawn (Progressive Rock)

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Antes de comentar sobre essa obra, cabe ressaltar de onde ela veio. Em 1975, Mike Oldfield já gozava certo prestígio por haver lançado o consagrado Tubular Bells. Nesse ano então, lança o principal disco de sua carreira, Ommadawn. Para muito fã de rock progressivo, esse foi o melhor disco daquele ano e para uma parcela menor, um dos melhores álbuns de todos os tempos. Não, não é pouca coisa. Sabendo de um legado como esse, não seria arriscado lançar uma continuação 42 anos depois? A situação agrava-se quando pensamos que sua primeira grande obra, Tubular Bells, recebeu inúmeras continuações, o que honestamente, é sinal de desespero artístico. Mas e o que dizer de seu “Retorno à Ommadawn”? Está à altura do seu antecessor? A começar pela linda arte da capa, digo que sim, e com sobras! E quanto às composições? Seguindo a mesma estrutura do disco de 1975, temos apenas dois temas: suítes que ocupam cada uma, um lado inteiro do vinil – no caso de hoje, cada uma ocupando, mais ou menos, metade dos megabytes do seu arquivo. Indo para as músicas, posso adiantar que são riquíssimas. É impossível identificar a gama de instrumentos utilizados. O próprio Oldfielfd toca uma porção deles. Sobre os temas, são praticamente instrumentais, assemelhando-se a uma peça de música clássica, dividida em dois movimentos. As composições soam feito uma trilha sonora. E o enredo seria o de uma história fantástica, com aventuras e personagens forjados no irreal. Tudo é poético no álbum. A imaginação do ouvinte participa criando paisagens que a música vai sugerindo. Não tenho meios para pormenorizar tudo o que acontece. Mas vale dizer que não é um disco virtuoso de guitarrista. É sim a obra de um compositor que, como um artista da pintura, emprega cada instrumento como se fosse uma cor diferente; e cada timbre como se fosse uma variação de tom. Num ambiente quase que prioritariamente acústico, o clímax fica com as passagens pontuais de guitarra. Algumas, por sinal, são de uma beleza incomum, como na do solo que encerra o primeiro movimento. Para terminar a longa resenha, peço que notem as referências dentro da própria obra: algumas melodias que aparecem em determinado momento da composição, reaparecem mais à frente com outros contornos; uma sensação de nostalgia criada com intenção. Sem palavras! Disco belíssimo. Recomendo (esse e o de 1975, ouçam os dois).

Melhores faixas: “Return To Ommadawn, Pts I e II”

NEED - Hegaiamasa: Song For Freedom (Progressive Metal)

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Eu, se fosse você, leitor desta resenha, não perderia meu tempo com esse texto aqui e iria diretamente ouvir a faixa “Alltribe”. De tudo que já ouvi esse ano, nada me impressionou tanto. Imagino que mesmo quem não curta o estilo da composição ou da banda, ainda assim não deverá ser indiferente à qualidade dela. Agora, caso não tenham curtido esse som, esqueçam o disco, pois é o que ele tem de melhor.
Para começar, a banda é da Grécia! E foi motivado pela curiosidade que acabei ouvindo o disco anterior Orvam, de 2014. E que bela descoberta! O som da banda é muito acima da média: um ultraje serem praticamente desconhecidos. Sobre o presente disco, a qualidade permanece inalterada. Composições ricas em variação, instrumental complexo e, apesar de tudo, nada soa exagerado. Sobre as composições: há tempos quebrados de bateria, dobradinhas de guitarra e teclado, um vocal que sabe interpretar as nuances que a música pede (apesar de não ter uma voz exatamente bonita) e um baixo bem participativo em todas as faixas. O prog metal feito por ele é bastante sóbrio e melódico, traçando um possível paralelo com o FATES WARNING.

Melhores faixas: Alltribe, Riverthane e Hegaimas

SUSTO - & I'm Fine Today (Folk Rock)

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Disco ouvido por acaso. Rock pop, com temas folk e alguns arranjos advindos dos anos setenta. Apesar de não ser uma obra-prima, valeu pela descoberta. As composições são variadas, ora flertam com o indie, é o caso de “Waves”, ora capricham no sotaque sulista e mandam ver na folk “Hard Drugs”, talvez minha predileta do disco. Ao ouvir um álbum, mesmo que ele fuja do seu gosto usual, quando possui boas composições, dá para curtir sem traumas. Percebe-se que a banda não quis gravar qualquer coisa e de qualquer modo. Cada faixa traz algum elemento criativo, que de certa forma, aproxima-a de uma intenção art rock (a despeito de o termo ser bastante abstrato). Os arranjos de metais em “Cosmic Cowboy” e o sintetizador em “Mountain Top” exemplificam bem o que disse acima. Disco que ganha o ouvinte pelos detalhes. Se decidirem escutá-lo, melhor que o façam mais de uma vez.

Melhores faixas: Hard Drugs, Gay In The South, Diamond's Icaro e Cosmic Cowboy

SLAMOPHILIAC – Perihelion (Brutal Death Metal / Slamming Death)

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Este foi um dos primeiros discos que ouvi em 2017. Na primeira audição, fiquei muito incomodado com a gravação! Parecia intencionalmente precária. Deixei-o de lado uns dias e voltei a ouvi-lo. A minha impressão melhorou um pouco. Apesar de preferir o death metal clássico, curto essa linha mais técnica também. Disparado, meu interesse recai sobre os riffs e suas transições. É quase instantâneo entrar a guitarra e você se imaginar fazendo os acordes. O peso excessivo e a brutalidade são constantes, apesar de nem sempre em compassos velozes. Um ponto negativo: a bateria programada! Aquela sensação de som artificial incomoda demais. Outro ponto que deixa a desejar é a falta de boas composições. Os temas impressionam apenas pela violência e pela complexidade, não há boas ideias para além disso. Se levarmos em conta que Darryn Palmer - o único integrante da banda - tem vários projetos e lança em média de três a quatro álbuns por ano, não é de se espantar que a criatividade dele pareça esgotada.

Melhores faixas: Metaphysical World Of Abstract Constructs e Denial Of Self

WHITE LIGHT CEMETERY - Careful What You Wish For (Stoner Rock)

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Se há um gênero que vem produzindo bons lançamentos, é o stoner rock. Existem algumas variantes dentro do estilo, e esse disco contempla algumas delas. Desde a primeira faixa “Misery Love Company” notei uma semelhança com o southern rock feito pelo DOWN, mas com a diferença de aqui haver menos ódio e agressividade. Outra influência bem perceptível é o blues rock: a faixa “Looking Out” representa bem essa veia bluesy dos caras. O vocal, que geralmente é o que menos impressiona nessas bandas (por serem geralmente parecidos) se destaca bastante em “On Dime”, outro blues rock, só que dessa vez com mais swing e um belo refrão! Os riffs são um grande diferencial no disco e alguns são poderosos, como o de “Quit Work, Make Music”, novamente trazendo vestígios do já citado southern. A cozinha da banda, apesar de não se sobressair, é segura e explora seus instrumentos dentro dos limites do gênero. Muito bom disco! Termino a resenha escutando o último e talvez, melhor tema do álbum “Bullet to Erase”.

Melhores faixas: Sky River, On Dime e Bullet to Erase

Segue o link da matéria anterior, onde constam 10 discos dos primeiros 15 dias de Janeiro:

2017: Acompanhe 10 lançamentos dos primeiros 15 dias de Janeiro

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Sobre Tiago Froks

Nasci em 1986, descobri o rock aos 12 anos com Os Raimundos (nunca esqueço de creditá-los por isso). Posso dizer que nada dentro do rock me é indiferente, mas acabei ficando eclético por acaso. Estudo Letras e moro em São Paulo. Gosto tanto de ouvir rock que acabei não tendo tempo de aprender a tocar nada (ok, também não acredito nisso). Mas ainda vou tocar bateria.

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