Motörhead: Philip Campbell - O cara que não foi

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+Compartilhar no WhatsApp

Por Rodrigo Contrera
Enviar correções  |  Comentários  | 

Quem assistiu as exéquias do Lemmy, transmitidas ao vivo lá de Hollywood, e iniciadas, num lindo discurso do filho do Cara, deve ter notado uma ausência: o guitarrista do Cara.

Soundcheck: Bandas que mandam bem até na passagem de somDimebag: como ele transformou Dave Grohl no cara mais legal do rock

Imagem

Phil dividia as guitarras da banda dominada e guiada pelo baixo, quando começou, pelo Wurzel, que foi saído porque tava lá só por estar - o Lemmy conta na bio.

Phil nunca se recusou a ser a presença secundária fundamental do cara que pensava em 4 cordas (tentava em seis, mas não conseguia). Nunca chamou a atenção para si, e tinha - poucos sabem, basta reparar - escrito WANKER no peito. Wanker é punheteiro, tem coragem, você aí?

Várias vezes, entrevistados comentaram, durante a história da banda, que Mr. Campbell era subestimado. Não sei como avaliar, mas acredito neles. Pois, ao contrário de Mickey Dee, "the best drummer of the world", nos dizeres do Lemmy, Phil era recatado.

Mas só lhes peço que reparem no olhar dele, nos shows. O cara é duro, talvez até mais que o Lemmy, e desencanado. Ele, pelo que sei, tem esposa e tudo, mas não gosta dos holofotes. Só fica mesmo embaixo deles porque sua vida, a vida que escolheu, foi essa.

Daí minha singela teoria. Phil sabia que quando a maior garota do Lemmy morreu este não foi ao enterro. E, sabedor de todas as histórias do grande amigo, não quis vê-lo morto. Nem chamar a atenção. Nem discursar. Nem falar (ele pouco fala).

Até porque, venhamos e convenhamos, o próprio Lemmy talvez fosse rir para caralho ao vê-lo fazendo papelão.

Por que destacamos matérias antigas no Whiplash.Net?

Quer ficar atualizado? Siga no Facebook, Twitter, G+, Newsletter, etc

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+Compartilhar no WhatsApp

Soundcheck
Bandas que mandam bem até na passagem de som

Saxon: Novo álbum em 2018 e homenagem a LemmyBlend Guitar: em vídeo, as dez maiores bandas de Heavy MetalTodas as matérias e notícias sobre "Motorhead"

Motörhead
O dia em que o Metallica se fantasiou de Lemmy

Heavy Metal
Os 10 discos essenciais lançados nos anos 1970

Motorhead
Mikkey Dee conta sua pior experiência alcooólica

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

Mais comentários na Fanpage do site, no link abaixo:

Post de 22 de julho de 2016

Todas as matérias da seção MatériasTodas as matérias sobre "Motorhead"

Dimebag
Como ele transformou Dave Grohl no cara mais legal

Kiko Loureiro
Ele intimidou Chris Adler quando mostrou CD solo

Humor
Você sabe que o rock está moderninho quando...

Tatuagens: rabiscos horríveis com temática roqueira parte 1Rhapsody Of Fire: Quer ficar "bombado"? Alex Staropoli te ajuda!Igor Cavalera: O 1° show do Sepultura e as tretas com Sarcófago e OverdoseKiss: "Gene é viciado em sexo", diz Ace FrehleyDeath Metal: o preconceito em matéria sobre carros usadosNirvana: Krist Novoselic revela o que fez Kurt Cobain chorar

Sobre Rodrigo Contrera

Rodrigo Contrera, 48 anos, separado, é jornalista, estudioso de política, Filosofia, rock e religião, sendo formado em Jornalismo, Filosofia e com pós (sem defesa de tese) em Ciência Política. Nasceu no Chile, viu o golpe de 1973, começou a gostar realmente de rock e de heavy metal com o Iron Maiden, e hoje tem um gosto bastante eclético e mutante. Gosta mais de ouvir do que de falar, mas escreve muito - para se comunicar. A maioria dos seus textos no Whiplash são convites disfarçados para ler as histórias de outros fãs, assim como para ter acesso a viagens internas nesse universo chamado rock. Gosta muito ainda do Iron Maiden, mas suas preferências são o rock instrumental, o Motörhead, e coisas velhas-novas. Tem autorização do filho do Lemmy para "tocar" uma peça com base em sua autobiografia, e está aos poucos levando o projeto adiante.

Mais matérias de Rodrigo Contrera no Whiplash.Net.

Link que não funciona para email (ignore)

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em fevereiro: 1.218.643 visitantes, 2.740.135 visitas, 6.216.850 pageviews.

Usuários online