"Incommunicados": analisando a saída de Fish do Marillion

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"Incommunicados": analisando a saída de Fish do Marillion


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Em setembro de 1988, a cena rock inglesa recebeu com surpresa e consternação a notícia da saída de Derek Dick (vulgo Fish) do grupo neoprogressivo Marillion. A imprensa musical e os fãs ficaram, num primeiro momento, sem entender a forma abrupta e ressentida da saída do vocalista, sendo que a banda estava num ótimo momento comercial com os discos Misplaced Childhood (1985) e Clutching at Straws (1987) e excursões bem sucedidas desde 1984. A pergunta recorrente foi “o que aconteceu?”, que se estenderia por quase toda a década de 1990, complicada por declarações pouco esclarecedoras tanto de Fish como do Marillion.

Mas a partir de 1998-9, especificamente quando o grupo começou a ter sua obra relançada em caprichadas edições remasterizadas, coincidindo com a aproximação e reconciliação de Derek com seus ex-colegas, a situação finalmente começou a ganhar novos e mais precisos contornos. Livros como “Separated Out” de Jon Collins, sites como o Marillion Set-lists 1980-1988 (http://www.morain.de/Marillion/01Main.php), The Story So Far - The Official Marillion TourHistory (www.billfrech.com/tourhistory) e o excelente (mas infelizmente extinto) “In shades of green trhough shades of blue: the story of Marillion with Fish”, além dos generosos relatos de membros da banda no encarte da edição remasterizada de Clutching at Straws nos ajudam a traçar quais as reais circunstâncias que levaram ao término da “fase Fish” no Marillion. Um aspecto a ser inicialmente ressaltado é que esse final não foi tão abrupto quanto se parece.

Voltemos ao ano de 1986. O Marillion, aproveitando o sucesso de seu terceiro disco de estúdio, Misplaced Childhood , continuava com sua extensa turnê de promoção do álbum, iniciado no ano anterior. Nessa excursão, Fish decidiu abdicar de aspectos muito teatrais nas suas apresentações, não mais se utilizando de maquiagens ou fantasias, o que desagradou fãs mais antigos, contudo afastando algumas (constantes) críticas relacionadas ao músico ser um “Peter Gabriel versão anos 80”, referente à nítida influência de Fish pelo ex-vocalista do Genesis. Em relação à banda, a formação Ian Mosley- Pete Trewavas- Mark Kelly- Steve Rothery se mostraria uma das mais concisas e eficientes do rock progressivo da época, sendo à base do Marillion até os dias de hoje. (no link abaixo trecho de um show da banda na Inglaterra em 1986).

http://www.weedioh.com/Video.aspx?VideoId=32867

A tour em vários momentos mostrou-se tensa, especialmente no braço canadense-norte americano,onde o grupo encontrou plateias pouco receptivas, e em alguns casos (como em shows de abertura para o Rush) até mesmo com certa hostilidade. Seria em shows na Alemanha, Áustria e Itália que foram registrados os primeiros antagonismos mais sérios entre Fish com Rothery e Kelly, aparentemente sobre os caminhos sonoros em que o Marillion deveria seguir e de composições que estavam emergindo durante a excursão. Contudo, maiores detalhes sobre essas brigas nunca foram devidamente esclarecidas e não existem registros de outros confrontos no resto da turnê. Contudo, essas contendas podem, com cautela, ser colocadas como um ponto inicial de uma bola de neve que em breve atingiria em cheio o relacionamento entre Fish e a banda.

Apesar desses reveses, o Marillion, nesse período, se consolidou como a única banda da cena Neoprogressiva a obter considerável retorno comercial e a receber maior atenção da mídia musical inglesa e, em menor medida, norte-americana (outras bandas dessa cena como Pallas, IQ e Pendragon, nos anos 1980, não lograram êxito nesses aspectos).

Em 1987, a banda entrava em estúdio para a gravação do novo disco de estúdio. O tema do álbum, sobre diferentes tipos de excessos (drogas, sexo, bebidas, luxuria...), pela rotina em que o grupo estava inserido na época (principalmente Fish, que desde 1984 começava a entrar numa perigosa espiral relacionada ao álcool, cocaína e, mais tarde, heroína), foi uma escolha óbvia. Mas o grupo parecia estar “inebriado” com essa realidade, sendo que as primeiras sessões não renderam grandes resultados, com antagonismos entre os membros (especialmente entre Fish e Kelly) além de bebidas, drogas e jogos eletrônicos durante as gravações. Somente com a intervenção do engenheiro de som e produtor Chris Kimsey, e de intensas sessões de gravações no Westside Studios, é que o quarto disco de estúdio da banda, Clutching at Straws, seria lançado em junho de 1987. A forma meio “na pressão” em que o disco foi concebido influiu também na arte da capa do disco feita por Mark Wilkinson, que com ideias não totalmente desenvolvidas, teve o resultado final que, apesar de bom, não agradou a banda (e ao próprio Wilkinson).

Considerado por muitos fãs, pela crítica, e pelo próprio Fish, como o melhor disco da banda nos anos 1980, o trabalho realmente mostra um grupo com maior maturidade sonora, criando uma personalidade musical forte que finalmente afastou comparações com suas principais influências (Genesis, Pink Floyd e Van Der Graaf Generator). Sem grandes exibicionismos ou grandiosidade, o grupo nesse trabalho apresenta uma sonoridade enxuta, mas nem por isso menos “progressiva”. As letras de Fish eram um diferencial a parte, onde a partir da temática dos excessos do fictício personagem (desempregado e junkie) chamado “Torch” (segundo alguns uma descendência do bobo da corte ”Jester”, dos primeiros discos da banda, contudo negado por Fish), o músico extravasa toda sua frustração, sentimentos e experiências (muitas negativas) ligadas à fama, sendo talvez seu melhor momento como letrista, visível em faixas como “Sugar Mice”, “That Time Of The Night”, “Warm Wet Circles” e “Slàinte Mhath”. Tanto o disco (número 2) como o single “Incommunicado” (posição sete) atingiram o top 10 das paradas britânicas, carimbando o sucesso comercial do álbum (mesmo que um pouco menor que o anterior Misplaced).

Tanto (como já citado) durante as gravações quanto durante a turnê do álbum, iniciada em junho de 87, novamente tensões, algumas amargas, a ponto de uma quase ruptura, emergiram entre Fish com Rothery e Kelly. O problema, além do desagrado do vocalista da rotina estressante e quase ininterrupta de shows e gravações - sendo que o musico tentava criar alguma estabilidade pessoal (casaria nesse ano com a modelo alemã Tamara) – é que os músicos do Marillion começavam a mostrar, de forma cuidadosa em um primeiro momento, oposição à forma como Fish centralizava as letras e conceitos dos discos, além do gerenciamento de outros aspectos como capa dos álbuns e shows do grupo. Mas, no fim, o grupo continuou aceitando o papel de “liderança” de Fish para a banda - por enquanto.

A turnê começou de forma bem sucedida, inicialmente na Europa, com casas lotadas, público receptivo e o grupo em forma, com o Marillion sendo uma das bandas ao vivo de maior público na época (somente o Pink Floyd, Iron Maiden- grupo amigo do Marillion-, e Dire Straits apresentando maior número de público na época). Durante o braço EUA-Canadá, o grupo finalmente consolidou seu nome por lá (mesmo que um pouco distante da aprovação que eles tinham em terras europeias). Pelo excelente show registrado no vídeo Live at Loreley, gravado em julho de 1987, parecia que tudo conspirava a favor para a banda, ou o famoso “melhor impossível”. Mas, infelizmente, os problemas logo apareceram (abaixo um trecho do show em Loreley).

Ainda durante 1987, mas principalmente, no decorrer de 1988, a turnê degringolaria e quase sairia dos trilhos em alguns momentos. Fish, depois de anos de excessos e estressado com a rotina de shows começou a mostrar fadiga em algumas apresentações, e iniciava-se o longo período de problemas vocais que Derek sofreria (de forma variada) durante os anos 1990 e 2000. Apesar de o vocalista afirmar que o show em Modena, Itália, em fevereiro de 1988, tenha sido o ponto mais baixo dele na turnê, bootlegs disponíveis da excursão mostram que à medida que 1988 passava, aumentava o número de shows que o vocalista falhava ou mostrava problemas em algumas canções. E, de novo, o clima entre o grupo mostrou-se instável e registros de brigas e desentendimentos foram percebidos. Apesar de (novamente) obscuro em detalhes, sabe-se que o vocalista e a banda chegaram a ficar sem se falar antes e depois de alguns shows (mesmo que várias fotos da banda bem entrosada mostrassem que não era somente essa realidade que imperava durante a tour) . Com o término da turnê,encerrada em julho de 88, o Marillion resolveu iniciar o processo de novas ideias para um futuro trabalho em estúdio (abaixo, um trecho da apresentação da banda na antiga Alemanha Oriental em junho de 1988).

E aí começa o último, e breve, capítulo da relação entre Fish e o resto da banda. Apesar de um breve recesso, novas ideias começaram, de forma fragmentada, a surgir, separadamente, tanto do lado de Fish quanto do resto do grupo. O vocalista nesse meio tempo teve reuniões com o produtor Bob Erzin (Kiss, Alice Cooper) e ambos entraram em acordo sobre ideias para um novo disco de estúdio. Mas Fish e o resto do grupo não se entendiam, o que pode ser verificado nas demos disponíveis na edição remasterizada do Clutching at Straws. Muitas letras apresentadas por Fish não estavam sendo bem aceitas pelo resto da banda, e alguns arranjos do grupo recebiam criticas, às vezes duras, de Fish. Como o próprio vocalista afirmaria, em 1997, “dois campos criativos tinham se formado na banda, e esses campos não estavam se entendendo”.

E, finalmente, Fish e o resto do grupo, especialmente com o tecladista Mark Kelly, entraram em agressivas e amargas contendas sobre o direcionamento sonoro do novo disco, e da própria banda (contudo, maiores detalhes sobre essas brigas nunca foram reveladas pelos membros do grupo e as mesmas quase não são citadas em entrevistas da banda).

Fish pedia um descanso, que foi solenemente negado pelo empresário da banda, que junto com o grupo, em uma fatídica reunião na casa do vocalista foi apresentado uma agenda de atividades pré-programadas para o Marillion entre 1988-9. Segundo o vocalista, seria ali que ele decidiu romper com o grupo, anunciando sua saída em setembro, encerrando assim os sete anos de vinculo do músico com a banda.

Ambos os lados não perderam tempo e correram atrás para mostrar que estavam na ativa. O Marillion, sem seu antigo vocalista, arranjaria rapidamente um talentoso substituto, Steve Hogarth,que tinha experiência em bandas ligadas a Nem Wave, e buscando suporte de outros letristas, a banda rapidamente começou a produção do novo trabalho de estúdio no primeiro semestre de 1989. Já Fish,depois de um tempo se reorganizando no campo pessoal e escolhendo de forma cuidadosa os músicos que iriam acompanha-lo ao vivo, também em 1989 começou a gravar material novo.

Os fãs, apesar do já citado espanto com a separação, a principio não apresentaram muitas lamentações. Tanto o Marillion, por um lado, quanto Fish de outro, aproveitando o período de gravações pós-Straw, logo lançaram novos trabalhos de estúdio que não ficaram nada a dever com discos anteriores da banda, cada um aproveitando de forma diferente ideias ou propostas apresentadas nesse período. Seasons End, o quinto disco do Marillion lançado em setembro de 1989, e Vigil in a Wilderness of Mirrors, primeiro disco solo de Fish, lançado em janeiro de 1990, indicavam uma nova fase criativa para os dois lados. Porém, ambos logo se mostrariam irregulares em sua trajetória durante os anos 1990, o que traria uma (relativamente inevitável) nostalgia da fase Fish e até mesmo da polarização de fãs entre os dois vocalistas.

Do lado do Marillion, o novo vocalista Hogarth, apesar de não possuir a mesma teatralidade de seu antecessor, compensava esse fato possuindo maior versatilidade vocal e influências fora do rock progressivo, o que deu um ar de renovação para o grupo. Mas foi quando o mesmo assumiu elementos progressivos que pôde apresentar excelentes discos como, por exemplo, Brave (1994), Marbles (2004), Happiness Is the Road (2008) e Sounds That Can't Be Made (2012). Contudo, a postura do grupo em tentar incluir outros estilos como indie rock, rock alternativo, pop rock, Dub e até música ambiente nem sempre se mostrou acertada, sendo que o grupo também apresentou discos fracos e de qualidade duvidosa, afastando alguns fãs antigos, que também mostraram ressentimento pelo (inevitável e compreensível) afastamento do grupo de algumas características presentes em discos anteriores (como a arte de capa de Mark Wilkinson).

Já Fish também apresentou bons trabalhos em sua carreira solo, mantendo uma bem sucedida, mesmo que longe da intensidade da época de seu antigo grupo, agenda de shows ao longo dos anos. Discos como Sunsets on Empire (1997), Raingods with Zippos (1999) e Field of Crows (2004) mostravam que ele podia apresentar ótimos trabalhos sem o suporte de sua antiga banda. Porém, os problemas do vocalista com as drogas , que se mantiveram após sua saída do Marillion, e uma postura “nostálgica” em demasia, sejam em seus discos ou em turnês - como, por exemplo, na excursão comemorativa dos vinte anos do álbum Misplaced Childhood, que chegou a passar no Brasil e registrado no disco duplo Return to Childhood (2006)- se manteve alguns fã “órfãos” do Marillion antigo, afastaram outros que queriam trabalhos mais ousados e não tão presos ao passado.

Depois de passados quase 25 anos após a saída de Fish do Marillion, podemos agora tentar responder a questão de quais os reais motivos do final abrupto da “era Fish” na banda.

Oficialmente tanto o vocalista quanto o resto da banda afirmam que a agenda cheia e, em menor medida, a falta de cuidado do empresário do grupo com a situação, como o principal fator que ocasionou a separação. Já Jon Collins e outros sites indicam que na verdade a visão diferenciada de como o grupo deveria seguir musicalmente foi o que criou o ambiente para o término da relação. E outros espaços indicam também que a instabilidade entre Fish e outros membros do grupo era antiga, às vezes saindo do âmbito musical, que se intensificou a partir de 1986.

Esse breve texto, de forma preliminar, cogita que foram os três fatores somados que ocasionaram a saída de Fish, obviamente um com mais intensidade que outro dependendo do período.

O aspecto pessoal, apesar de infelizmente não ter sido muito discutido pela banda ou seus biógrafos realmente existiu desde os primeiros anos de Fish no grupo, mas que realmente obteve maiores proporções quando a banda conseguiu o tão almejado sucesso comercial - a sombria inclusão de Mark Kelly com uma faca na mão na contra capa do primeiro álbum solo de Fish indica possíveis ressentimentos além do âmbito musical (apesar do vocalista ter se arrependido da inclusão anos depois).

Em relação a possível “incompatibilidade musical” entre Fish e o resto do Marillion, pelo menos no período final do vocalista na banda, percebe-se que realmente as ideias mostram certo desencontro . Evitando excesso de especulação, ao ouvir as faixas demos do Clutching at Straws, mais os discos Seasons End e Vigil, que possuem algumas ideias tiradas nessas malfadas sessões, percebem-se dois caminhos e visões que começavam, de forma nítida, a se distanciarem, e que ocasionariam inevitáveis tensões e antagonismos.
No fundo, a agenda cheia e ininterrupta (somados a um empresaria mento equivocado) apenas acelerou o processo e o fez ficar mais abrupto e amargo para ambos os lados. Como tanto Kelly quanto Fish afirmam no encarte de "Straws”, talvez um período maior de descanso e conversas mais tranquilas e “adultas” evitassem que, pelo menos, a separação não fosse tão abrupta, além dos anos de ressentimento consequentes.

Contudo, como ambas as partes afirmam hoje em dia, são águas passadas, e as mágoas foram devidamente encerradas e esquecidas ainda no final dos anos 1990, sendo que em 1999 membros do Marillion chegaram a fazer pontas em shows do Fish (e vice-versa), carimbando em definitivo o fim das hostilidades. Tanto o Marillion quanto Fish, apesar da irregularidade, sobreviveram ao furacão e estão firme e forte fazendo boa música - visível pelo público brasileiro que viu shows do Fish em 1996, 2001 e 2006, e do Marillion com Hogarth, em 1990, 1992, 1997 e 2012. Mesmo que uma volta de Fish ao seu antigo grupo seja algo bastante improvável, o vídeo abaixo, de uma breve reunião da formação dos anos 1980 em um show na Inglaterra em 2007, pode ser usado como um “Happy Ending” nessa vibrante história musical.


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Sobre Roberto Lopes

Arquivista, professor, cientista da informação e pseudo escritor de música nas horas vagas. Apesar de mais focado no Rock Progressivo e clássico, também curte metal, punk, rock alternativo e indie Rock.

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