W.A.S.P.: "só transava com mulheres, não saia com elas".

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W.A.S.P.: "só transava com mulheres, não saia com elas".


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W.A.S.P. "30 Anos de trovão" é o nome da série de quinze textos que Blackie Lawless está publicando no "Official W.A.S.P. Nation Website" para comemorar o vindouro trigésimo aniversário de seu grupo, a se realizar em setembro de 2012. Todo mês o guitarrista, vocalista, produtor e lider do W.A.S.P. escreve um episódio contando o caminho que sua banda fez até se tornar umas das mais importantes do mundo do Heavy Metal. No Brasil, W.A.S.P. "30 Years of Thunder" é traduzido EXCLUSIVAMENTE por Willba Dissidente e publicada primeiramente no Whiplash.net.

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W.A.S.P. "30 Anos de trovão" - Parte Dez.

"O CÉU ESTÁ CAINDO, O CÉU ESTÁ CAINDO"

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Agora estamos em setembro de 1989. Rod (Smallwood, empresário do IRON MAIDEN e do W.A.S.P., ver edições anteriores) está voltando para Inglaterra para casar. Dois anos antes havíamos sentados juntos na igreja quando Chris (Holmes, guitarrista do W.A.S.P.) entrou no sagrado matrimônio e juramos um pacto que nunca iríamos casar. Que promessa!! Oh bem, eu tinha de encarar o fato que a vida 'como a conhecia' estava mudando em todos os sentidos. Agora eu não tinha mais banda, meu empresário (e melhor amigo) estava voltando para casa. Você sabe, quando você é aquele que está casando, você se sente ótimo, mas aqueles deixados para trás ficam no vâcuo. Os próximos anos foram f*da pra mim, pois estava acostumado com a presença dele e sabia que de agora em diante seria diferente. Tão mal quanto isso, eu não tinha idéia de a quantas iam minha vida pessoal ou musical. Eu não tinha vida pessoal. Eu estava todo amarrado com a banda, mas agora nem isso eu tinha. Eu não saia com mulheres. Eu só transava com elas.

Por causa do nosso sucesso eu nem as levava para sair. Onde quer que as conhecesse era onde transaríamos. Banheiro, carro, restaurante, eu não me importava. Eu ia direto nos banheiros dos clubes noturnos e com menos frequência do que encontrava mulheres dispostas a ir comigo! A fama é um monstro!! Ela obriga as pessoas a fazer coisas que normalmente elas nunca fariam.

Eu tentava preencher um buraco enorme em minha vida. Minha mãe morrera no ano novo de 1980. Passei os próximos 25 anos tentando substitui-la. Explicarei mais disso depois.

Então, nós estávamos em Londres no casamento do Rod. Ele convidou Steve (Harris, preciso dizer de que banda ele é baixista?) e eu para sermos 'recepcionistas' (ushers) na igreja. Para aqueles que não sabem, 'ushers' são aqueles caras que te comprimentam e te levam para seu lugar num casamento. Fazia 20 anos que não ia à igreja e não acho que Steve nunca estivera em uma!! Steve e eu gargalhavamos dizendo que éramos os 'ushers' mais caros do mundo!!

Só Smallwood poderia bancar algo assim!!!

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Na recepção eu falava com o cara que trabalhava para a companhia de publicação que cuidava de nossas músicas. Seu nome era Ralph Simon e ele foi muito influente no desenvolvimento de minha carreira. Ele estava me perguntando se eu já havia começado a trabalhar no próximo disco e eu lhe respondi que não tinha certeza se poderia ser o mesmo compositor de quando começamos. Você deve se lembrar, nesse ponto da vida minha auto-confiança estava tão baixo quanto provavelmente ela já esteve. Ele me perguntou "você gosta de BRYAN ADAMS"?, eu respondi "sim, ele é ótimo, um dos melhores compositores"!! Ele treplicou "eu acabei de receber uma fita demo dele, é a maior porcaria na história do mercado musical"!! Simon continuou, "eu o mandei voltar para o estúdio e começar tudo de novo".

Comecei a concatenar, 'se isso pode acontecer com ele, pode acontecer com qualquer um'! Poucas semanas antes eu encontrei Pete Townshend (guitarrista do THE WHO) e dei-lhe de presente um disco de ouro do "The Headless Children" (disco do W.A.S.P. com a música 'The Real Me', escrita por Townshend).

Conversamos na ocasião por 45 minutos sobre escrever música. Eu perguntei se era fácil pra ele. Ele riu e disse "não mesmo". O modo que ele disse me fez imaginar que ele sofreu escrevendo, então eu indaguei "quão díficil isso é pra você"? Ele respondeu "eu dou duro POR CADA NOTA que consigo"! Fiquei surpreso porque ele fazia parecer tão simples! Confessei a ele "às vezes eu me sinto como o garoto mais lento da classe. Sinto que posso competir no mundo profissional, mas sou o mais lento de todos". Ele concordou "eu sei exatamente o que isso quer dizer". À medida que continuávamos a conversar ele começou a me revelar o quão complicado era compor para ele e, honestamente, eu comecei a me sentir melhor a cada palavra que ele dizia! Aqui estava um dos meus heróis no mesmo barco que eu! Ele falou e falou e a única impressão que ele me deu foi: na maioria das vezes escrever música É DOLOROSO!!!

Dói porque você tenta alcançar algo que você não consegue pegar com as mãos. Escrever música é a mais misteriosa de todas as artes. Num pintor ou num escultor você vê o trabalho se materializando diante de seus olhos. Para o público, escritores de música parecem tirar a música do ar fino!!! O público NUNCA vê os meses, algumas vezes os anos, que se levam para se sair com uma música memoravél. E mais, já é complicado fazer 10 pessoas gostarem de uma música, imagine 10 milhões!! No caminho de volta a Los Angeles eu sentei ao lado de Kris Kristofferson. No mundo da música country as músicas desse cara são lendárias. Ele escreveu para ELVIS, WILLIE NELSON, JANIS JOPLIN e muitos outros. Por cerca de metade do caminho de volta nós conversamos sobre compor música. Então, você pode sacar um padrão de desenvolvimento aqui!!

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Até vendo em retrocesso agora eu percebo que todos somos postos nessa vida numa época específica com uma razão específica!!

Quanto mais eu penso sobre as conversas que eu tive com esses caras, mais machucado fico... não por eles... por eu mesmo!!!

Eu não ligo mais para a dor. Se machuca... e daí!!

Se isso custar tudo incluindo minha sanidade... que pena!!!

EU NÃO DEIXARIA COISA ALGUMA me parar. Se eles conseguiam fazer, por Deus, eu também conseguiria!!

Eu cheguei em casa e comecei a pensar numa idéia que tive no outono de 1986'. Estava num restaurante de Londres na Avenida Shaftsbury e pensei a respeito de um disco conceitual. A idéia do "The Crimson Idol".

Era uma idéia simples. "Um garoto com uma vida familiar problemática buscando amor". Quanto mais eu pensava nisso, melhor isso ficava. Comecei a trabalhar na composição e minha primeira música escrita chamava-se "Miss You". Ela não entrou para o álbum, mas a canção era ótima e conforme o disco começou a se desenvolver eu não tive tempo de completá-la. As composições continuaram e foi ficando claro que para fazer isso sem uma banda eu deveria ir devagar. Meu maior erro foi não querer gravar o disco em um estúido comercial. Eu quis construir um pra mim!

Quando nós terminamos o "Headless", isso foi em 1989, ele havia custado U$S 600.000. É facilmente o dobro do preço agora. Fiquei lá com cdzinho nas mãos pensando 'é isso tudo o que consigo por 600 mil dólares'?

Eu não faria o mesmo erro de novo!!

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Então, em janeiro de 90', com as composições rolando, nós começamos a procurar equipamento. Também precisávamos construir. No depoimento #3 eu contei para vocês onde se localizava o prédio (lembram?). Coloquei o nome de "Fort Apache" pois por dentro parecia o set de um velho filme de western. Era muito legal! Durante o vídeo de "Blind In Texas", anos atrás, fui colocado em contato com minhas raizes indígenas nativo-americanas, então o nome pareceu natural.

Ainda que a banda tivesse se desintegrado meses atrás, Frankie (Banali, ex- QUIET RIOT) e eu continuávamos íntimos, então quando ele estava disponível para fazer a bateria era um grande alívio, pois sabia que as baterias seriam mais complexas do que nas nossas músicas anteriores. Gastamos horas conversando sobre as canções sairiam. Começamos uma demo na época que o estúdio ficou pronto em junho de 1990. Na noite antes de começarmos eu sai com Duff McKagan (do GUNS'N'ROSES) e no fim da noitada ele queria colar no estúdio com um bando de pessoas para fazer uma festinha. NÃO MESMO!!

Eu dei uma desculpa que iria acordar cedo. Nós tinhamos trabalhado muito duro construindo aquele estúdio (para não mencionar o montante de dinheiro envolvido), e a ÚLTIMA coisa que eu precisava era uns caras bêbados vomitando na mesa de mixagem!!!! Ao continuar das gravações eu descobri que isso era como tentar conduzir a boiada sozinho. Você consegue... mas é osso!!

Eu não tinha idéia do alcance da coisa que eu comecei. Não quero tratar do processo técnico aqui, então não vou descrever as gravações. Mas era MONSTRUOSO!! A habilidade de Frankie no disco é indubidavél. Muita gente não sabe, mas Ken Hensley (do URIAH HEEP, ver edição anterior) tocou originalmente todas as faixas de B3 no disco, mas elas tiveram de ser regravadas pois os tons não estavam corretos para as músicas. Foi tudo minha culpa. Infelizmente, Ken não pode voltar para gravar as faixas novas, então eu toquei nelas.

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Ao gravar, as idéias iam pipocando. Essa personagem, "Jonathan", finalmente começou a se revelar. No começo do ano anterior às gravações, eu planejei ir na Hollywood Boulevard e passar uma semana à paisana (disfarçado). Muitos adolescentes acabam sem teto na Hollywood Boulevard, então eu quis ir lá, dormir na rua de noite e realmente sentir sobre o que eu estava escrevendo. Ao invés disso, eu só precisei de um dia. Tudo transpareu para mim MUITO RÁPIDO. Quando vim pela primeira vez a Hollywood eu fui sem-teto por um ano e meio. Eu dormi no chão das pessoas esse tempo todo. Eu me sentia tão perto de estar nas ruas quanto é possivel ficar sem estar lá permanentemente.

Em algumas instâncias, fazer esse disco passou rápido. Em outras, era como se o tempo tivesse congelado. Coisinhas que dificilmente alguém notaria tiveram de ser meticulosamente reparadas ou deixadas de lado. Bob Kulick (banda solo de PAUL STANLEY) tocava a guitarra lider e às vezes seus dedos sangravam pelas sessões de gravação serem muito puxadas. O trabalho dele foi uma obra-prima. Antes da gravação começar eu havia dito a ele que NÃO QUERIA UMA ÚNICA NOTA GRATUITA no disco todo. Ele não me decepcionou!!

No meio do caminho eu literalmente fiquei fora de mim! Trabalhei tanto que cheguei num ponto onde eu ficava doente o tempo todo. Fui ao médico e ele quis me internar no hospital por duas semanas. Fiz um acordo com ele. Não trabalharia por duas semanas e ele me deixaria ficar em casa. Eu fiquei mal pra caramba!! Ele concordou. Gene (Simmons, baixista do KISS) estava procurando um estúdio para trabalhar então eu o deixei ficar nas duas semenas que eu deveria estar repousando. Nessa época nos contratamos um segundo engenheiro de som para ajudar com a gravação. Ele não tinha experiência alguma, mas seu entusiasmo era contagiante. Era justamente o que eu precisava nessa época, pois estava muito avariado. Ele estava confiante na idéia que nosso disco tratava de 'uma real animadora de torcida'. Eu logo voltei e confiei nas suas opiniões. Nós o pagávamos U$S 75 por semana e o deixávamos viver no estúdio. Seu nome era Ross Robinson. Dois anos depois ele foi produzir KORN, LIMP BIZKIT, SLIPKNOT e muitos outros.

Na noite que gravei "The Great Misconceptions of Me" (faixa de encerramento do play), eu o pedi para apagar as luzes do estúdio. As únicas luzes lá eram do equipamento na sala de controle (que eram em sua maioria vermelhas). Isso criou um brilho estranho no estúdio todo. Baixei o microfone e fiquei de joelhos na escuridão. Esperei a sala ficar quieta e disse a ele "role a fita". Eu então cantei a intro de "Misconceptions". O que você ouve no disco é o primeiro e único take que eu fiz. Eu fui à sala de controle e perguntei o que ele achou. Ele não falou... mas me mostrou os cabelos de seu braço ainda arrepiados. Acho que isso era OK!!

Como nota de rodapé, ele não vive mais no meu estúdio!!!

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Umas das melhores memórias de fazer esse disco foi escrever a faixa título "The Idol". Eu acabava de votlar para casa do estúdio duma daquelas sessões tarde da noite que duram até quase amanhecer. Eu havia tomado um drink pesado antes de sair, então quando voltei não sentia dor. A sala de jantar da minha casa tinha grandes janelas e eu podia ver que o sol estava prestes a nascer. Tava sozinha em casa. Tudo num silêncio de morte e tive por um solene momento o pensamento de "no que eu fui me meter" (pensando no disco). A sala era grande e tinha o chão com azulejos espanhois. O som da guitarra acústica e minha voz ecoaram e soaram muito bem! Com o sol começando a ascender pela janela eu escrevi: "estarei eu sozinho esta noite, precisarei eu de minha amiga" (eu fazia referência à Vodka que estava bebendo), "algo que me aliviasse a dor"*. Até hoje muitas vezes nós tocamos esse som ao vivo e eu ainda consigo ver a imagem minha sentado naquela manhã e escrevendo a música. Eu sempre vou enaltecer essa memória.

Uma coisa engraçada aconteceu quando eu estava escrevendo a estória de dentro do disco. Eu tinha todos os nomes das personagens... exceto o empresário. Eu tinha o primeiro nome, que era Alex, mas não o sobrenome. Eu estava ficando frustrado, já procurava um sobrenome para esse sujeito ha meses. A tevê estava ligada, mas o som tava baixo. Pensei, 'vou ligar o som e o primeiro sobrenome que ouvir será o que vai ser'. Passava um programa esportivo (ESPN) e o Chigago Bulls jogava com alguém. O narrador anuncia, "Dennis Rodman pegou dez rebotes hoje". Imaginei, Alex Rodman... soava OK para mim! Duas semanas depois uma ligação. Era ROD Smallwood dizendo "cê tem que mudar o nome do empresário". "Pra que" eu pergunto. Ele responde "Rodman", eu falo "E dai"! Ele insiste "ROD - Man"!! Até aquele momento eu nunca tinha colocado os dois juntos. Comecei a rir tanto que nem conseguia falar. Ele estava CONVENCIDO que eu fiz de propósito!! Parece o maior lapso freudiano de todos os tempos, mas não é o caso. Foi o PRIMEIRO nome que ouvi. Ele vai ler isso e ainda vai querer que eu mude o nome!!!

As gravações se arrastaram até fevereiro de 92'. No finalzinho eu escrevi uma carta ao Pete Townshend explicando o que eu passei. Veja, quando eu e ele conversamos antes ele me alertou quão complicado é fazer "discos conceituais". Mas ele não me contará tudo. Posteriormente, eu descobri que ele teve um colapso fazendo um dos discos dele. Foi exatamente o que aconteceu comigo!

É díficil explicar a tormenta que a exaustão mental e pressão podem criar em alguém. Eu não fazia apenas um disco, eu tentava algo verdadeiramente ambicioso e em virtude de ser um "conceito" eu anunciava ao mundo todo... "Hey, este é especial"!!

Se eu fosse bem sucedido, o mundo iria reverenciá-lo e colocá-lo num pedestal. Mas se falhasse, a imprensa iria me desmembrar publicamente pedacinho por pedacinho!!! Se desse zica, as chances eram que minha carreira acabasse. Eu já havia torrado todo dinheiro que tinha construindo o estúdio e fazendo o disco.

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Até minha gravadora não queria que eu fizesse esse disco. Eles achavam que "discos conceituais" estavam fora de moda. Escrevi "Chainsaw Charlie" sobre o cabeça da gravadora porque ele mentia para mim!

Literalmente, eu estava numa porcaria de mesa e rolando os dados da minha vida!!

Duas vezes durante a gravação do disco eu acordei no meio da noite suando frio e de pé (não sentado) na cama!!

No último mês nós estávamos mixando e na sala do estúdio eu esperava os engenheiros de som me chamarem para avaliar o mix que eles estiveram trabalhando. Eu olhava uma revista e vi uma foto da Terra (tirada da lua) onde o planeta parecia um enorme mármore azul. Pensei "o que segura a Terra em sua rotação"? Minha boca secou e senti que minha alma escapava de meu corpo. Eu estava apavorado!! Posteriormente eu descobri que estava tendo uma forte desordem de ansiedade, mas na real, eu tava quebrando. Ficou pior. Pelos meses seguintes, mesmo que em turnê, não conseguia olhar para o céu por medo que a Terra saisse de sua rotação. Depois, um médico me disse que essa é uma das desordens mais aterrorizantes que uma pessoa pode ter. O único modo que podia lidar com isso era auto-medicação... com Vodka. Precisava mesmo de orientação profissional, mas na época não havia tempo. O disco estava pronto e agora era hora de sair em turnê.

Mencionei minha mãe antes. O relacionamento que "Jonathan" teve com a mãe dele na estória é, em parte, baseado no relacionamento que eu tinha com minha mãe; mas não inteiramente. Eu sei que ela me amava.

Ainda que não fosse a minha intenção, eu comecei a me tornar parecido com a personagem "Jonathan". Ele não foi baseado em mim, ou em alguém em particular. Ele era a combinação de muitos caras que eu ví no Rock and Roll. Coloque-os todos juntos e você consegue o "Jonatham". Ele é uma estória triste, tristonha que aconteceu uma dezena de vezes e que, infelizmente, continuará a acontecer no mercado musical.

Mas eu havia me tornado uma vítima de minha própria criação!!

Estava no Reino Unido trabalhando nos clipes do disco quando o single de "Chainsaw Charlie" estreiou nas paradas inglesas em nono lugar. Bryan Adams fez o primeiro lugar no mundo com "Everything I Do", trilha sonora do filme Robin Hood.

NOSSA, eu só consigo imaginar o quão maravilhoso devia ser aproveitar essa colocação... se eu conseguisse chegar lá!!!

Mais mês que vêm,
B.L.

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