Dá pra sobreviver de rock? Sim! Contrariando o que muitos pais e professores sempre nos dizem, o rock pode ser sim, uma fonte de negócios. Ouvir e entender bem do assunto pode ser rentável para muitas pessoas. Obviamente o apreço pelo estilo precisa antes de tudo, ter um caráter profissional como qualquer outra ocupação. Entretanto, é possível ganhar um salário com um trabalho justo, se você for fera no assunto! Veja alguns cargos que podem ser bem cotados no mercado do som pesado:
Escritores e criadores de websites sobre o estilo: grandes portais beneficiam-se com a publicidade de banners de empresas de tatuagem, bandas ou eventos. É claro que o site precisa ter um conteúdo bom, com bons escritores e ser no mínimo, atualizado. Esse é um mercado bastante difundido e que está em constante crescimento, uma vez que as pessoas ouvem música cada vez mais pela internet e gostam de ler e compartilhar informações sobre bandas ou álbuns favoritos.
Formação necessária: Comunicação Social, Letras, Música ou ser ativo em produção de conteúdo para a internet.
Autores de livros ou periódicos como fanzines, revistas ou jornais: No Da Morte ao Mito sempre recomendamos alguma obra prima produzida com a pauta (principalmente) "mortos do rock". Se você entende muito de heavy metal, por exemplo, pode produzir algo específico para um público afim de consumir publicações que podem ser arquivadas em uma biblioteca.
Formação necessária: Conhecimento aprofundado em rock n’ roll. Bons pesquisadores e consolidadores de informação se dão bem nessa área!
Imagens e desenhos de ídolos: Quem não quer ter em suas mãos, uma obra de arte do ídolo? Tem gente que faz (e lucra) bastante com esse tipo de arte. São eles chargistas, que criam tirinhas para jornais, os ilustradores de Histórias em Quadrinhos ou até mesmo aqueles que vendem retratos e relíquias de bandas famosas feitas a mão.
Formação necessária: Design gráfico, Belas Artes e muito conhecimento de rock n’ roll, é claro.
Críticos de shows e eventos: Tanto a TV quanto o rádio precisam sempre, de especialistas para julgar ou avaliar um espetáculo. Alguns anos de experiência e estar sempre atualizado nas tendências do mundo da música faz desse profissional, referência no assunto.
Formação necessária: Comunicação Social ou simplesmente ter bastante embasamento teórico e prático no mundo rock.
Produção de eventos: Obviamente não há show se não houver pessoas visionárias que tragam os artistas em determinadas cidades, nas épocas corretas. Por mais que parece ser fantasioso e inimaginável trazer ao seu país a sua banda favorita, o trabalho precisa ser de primeira, com uma produção impecável para dar tudo certo.
Formação necessária: Produção de eventos.
Assessoria de Imprensa: Falar das bandas e divulgar os shows é tarefa para quem gosta de falar de música e convencer a imprensa de que aquele evento é imperdível. Esse profissional é quem muitas vezes divulga as datas dos shows e detalhes sobre as bandas.
Formação necessária: Jornalismo ou Relações Públicas.
Não consideramos os músicos, que obviamente já se beneficiam diretamente desse mercado, pois afinal, são eles quem mantém o estilo vivo.
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Jornalista, especialista em imagens e culturas midiáticas e aspirante a psicóloga. Estuda a influência dos ídolos do rock que se tornam mitos depois que morrem, no blog damorteaomito.blogspot.com.
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