Rock Progressivo: a "invasão" do gênero nos USA

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Rock Progressivo: a "invasão" do gênero nos USA


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Quando o Rock Progressivo entrou em declínio, a partir de 1977-8, um dos discursos mais apresentados era que o estilo, durante quase toda a década de 1970, “dominava” a cena musical, tanto na Inglaterra como nos EUA, com diversos grupos “reinando” nas paradas de sucesso, nas listas de discos mais vendidos, rádios e turnês, essas últimas grandiosas e apoteóticas, até ser “derrubado” ou “substituído” por outros estilos emergentes.

Entretanto, se no caso da Inglaterra, com boa vontade, podemos (parcialmente) aceitar essa visão dos fatos, esse breve artigo irá mostrar que o progressivo não necessariamente penetrou na cena rock norte-americana de forma tão forte e contundente como muito foi colocado. No período áureo do estilo (1971-5), poucos foram os grupos que realmente chamaram a atenção da crítica e público por lá e que mantiveram seus nomes no cenário artístico do país.

Sim, bandas como King Crimson, Gentle Giant, Focus, Rush e Genesis- com Peter Gabriel nos vocais-, além de artistas como Rick Wakeman, tiveram alguma repercussão, mas o caráter da mesma, na maioria das vezes, era muito mais “Cult”, de curiosidade, limitado. E, sim, grupos americanos como Journey, Styx, Boston, Toto, e, principalmente, Kansas, bebiam de alguma forma na fonte do rock progressivo, mas nesse caso, esses grupos receberiam outras classificações como “Rock de Arena”, Soft Rock ou A.O.R., não mantendo fortes relações com a cena progressiva.

Mas, como dito acima, também houve exceções, que, nesse período, foram grande sucesso de vendas, de shows e até mesmo, em menor medida, bem recebidas pela imprensa musical norte americana. Mesmo bastante criticadas após 1977, mantiveram seu status e respeito nos EUA e, apesar das mesmas sempre terem recebido o rótulo “Rock Progressivo” com certo desagrado, foram o carro chefe do estilo no país nessa época. E são esses casos de sucesso os que serão abordados aqui.

Jethro Tull

O Jethro Tull seria o primeiro e mais duradouro exemplo de uma carreira progressiva bem sucedida nas terras do “tio Sam”. O começo dessa boa relação pode ser datado no quarto disco de estúdio do grupo, “Aqualung”, lançado nos EUA em maio de 1971. Com vários clássicos como “Locomotive Breath”, “Cross-Eyed Mary”, “Hymn 43” e a faixa título, além de uma mistura eficiente de elementos do folk e hard rock, o álbum, com relativa facilidade, atingiu o top 10 americano e permitiu que o grupo excursionasse de forma entusiástica pelos Estados Unidos durante 1971-2.

Mas, após esse (incontestável) sucesso, o líder do grupo, Ian Anderson, resolveu arriscar uma cartada grandiosa, mesmo que um tanto arriscada, nos discos seguintes. Em março de 1972, o Tull lançava o trabalho “Thick as a Brick”, uma ópera-rock diferenciada baseada num poema de um garoto chamado Gerald Bostock (na verdade o próprio Ian Anderson). Em julho de 1973, o grupo lançaria “A Passion Play”, uma obra complexa, ligados a temas sobre a espiritualidade, morte e decisões pessoais. Os discos tiveram algumas características em comum: musicalmente bastante intricados (Thick um pouco mais irônico e bem humorado e Passion mais introspectivo e sombrio); audaciosa decisão de apresentá-los apenas com uma faixa (apesar de obviamente conterem subdivisões internas, mas não as explicitando) e, o mais surpreendente, ambos atingindo o número 1 nas paradas americanas quando lançados. A crítica mostrou-se dividida, mas o público claramente havia aprovado os dois trabalhos.

A empolgação seria, também de forma surpreendente, nítida nas turnês desses discos, que eram executados na íntegra (ocupando as vezes 70 minutos das apresentações), possuindo também uma forte carga teatral. O próprio vocalista afirmaria que “(...) até esperava que os shows fossem bem recebidos, mas não da forma entusiástica como acabou acontecendo em alguns locais”. (abaixo, registros amadores de shows do Tull, respectivamente das turnês dos discos “Thick As a Brick”, em 1972, e “A Passion Play”, em 1973).

A boa recepção do público americano para com o Jethro, seja nos álbuns como para os shows, manteve-se alta nos dois discos seguintes:-“War Child” (1974), e “Minstrel in the Gallery” (1975), trabalhos que atingiram altas vendas, respectivamente números dois e sete na Billboard (abaixo, um registro amador de um show do grupo em Nova York, em março de 1975).

Emerson, Lake & Palmer

O trio inglês, ao se aventurar em terras americanas, possuía duas cartas na manga, que foram usadas sem cerimônia. A primeira era a postura pretensiosa, grandiosa e ambiciosa do grupo em suas apresentações ao vivo e na construção de seus discos, investindo em suítes e regravações de artistas como Aaron Copeland, Bela Bartók, Alberto Ginastera e Modest Mussorgsky. Apesar dessas “virtudes” se voltarem contra o ELP de forma fulminante após 1977, nessa fase, o grupo conseguiu manter (ou construir) certos limites para as suas, na época, saudáveis e bem vindas “megalomanias”. A segunda, incomum para o rock progressivo, era a capacidade do baixista e vocalista Greg Lake de construir belas baladas que caiam no gosto das rádios, fato esse que rendeu bons dividendos comerciais para o grupo.

“Tarkus”, lançado em junho de 1971, marca o começo da boa relação do trio com o cenário musical americano. O disco chegou ao top 10 estadunidense, sendo bem recebido pela imprensa musical de lá, além de atraírem considerável atenção em sua excursão de promoção do trabalho (quando o tecladista Keith Emerson realmente experimentou o famoso teclado Moog nos shows da banda).

“Trilogy”, lançado em agosto de 1972, continuaria o sucesso comercial e de shows do trio. Número cinco na Billboard, e com faixas como “From the Beggining” e “Hoedown”, consideravelmente executadas pelas rádios norte-americanas. Seria nesse álbum que o grupo se permitiria a algumas “extravagâncias” em seus shows, principalmente vindos de performances cada vez mais ousadas de Emerson.

Com ”Brain Salad Surgery” (1973), o grupo atingiria o ápice do sucesso nos EUA. Novamente entre os dez discos mais vendidos e praticamente o único trabalho amplamente elogiado pela imprensa musical de lá, a turnê do álbum seria a mais grandiosa do grupo até então, com efeitos especiais, maquetes gigantes e um complexo equipamento sonoro. Toda essa grandiosidade pôde ser visualizada na apresentação do grupo no festival California Jam, onde o trio tocou para mais de 200 mil pessoas, dividindo espaço com outros gigantes como Deep Purple e Black Sabbath (abaixo, a apresentação do grupo no festival California Jam, em abril de 1974).

Coroando o sucesso do grupo, em agosto de 1974 o mesmo lançaria o LP triplo “Welcome Back My Friends To the Show that Never Ends...”, apresentando fielmente, e quase na íntegra, o show do trio na turnê realizada entre 1973-4. O trabalho atingiria o número quatro em vendas e consagraria o sucesso que o grupo estava obtendo nos EUA.

Porém, esse sucesso veio com um preço. Instabilidades (duradouras) entre o trio, somados a uma agenda de shows intensa e quase ininterrupta desde 1970 fizeram com o que o ELP entrasse em recesso, somente voltando aos holofotes em 1977.

Yes

Em meados de 1971, o Yes, na época constituída com o que foi considerada sua melhor formação (Anderson-Wakeman-Squire-Bruford-Howe), partia para empreitadas mais ambiciosas. O terceiro disco de estúdio “The Yes Album” (1970) já prenunciava o sucesso da banda em terras americanas, agora era preciso confirmar essa impressão.

A mesma ocorreu com o lançamento do disco “Fragile” em janeiro de 1972, que rendeu os dois primeiros grandes sucessos da banda nas rádios nos EUA: “Roundabout” e “Long Distance Rounaround”. Ao vivo o grupo encontrava-se em grande forma, na sua formação talvez mais “virtuosa”, o que rendeu altos elogios do público a esses shows.

Além desse sucesso, uma interessante forma de promover a banda foi a regravação da canção “America”, de Simon e Garfunkel, apresentada- na versão original de dez minutos- em uma coletânea da gravadora Atlantic e- numa versão reduzida de quatro minutos- num single, ambos lançados em julho de 1972 (abaixo o vídeo promocional da faixa).

“Close to the Edge”, lançado em setembro do mesmo ano, foi talvez o único consenso e “unanimidade” que o grupo realmente atingiu nos Estados Unidos-apesar de tê-lo obtido também, mas de forma diferenciada, no disco “90125” (1983). Por um lado, o trabalho foi bem recebido pela crítica e imprensa musical, que elogiou a coesão do grupo e a riqueza sonora das faixas. Por outro o álbum obteve ótimas vendas, chegando ao terceiro lugar das paradas americanas. A turnê do disco, entre 1972-3, também foi muito bem sucedida, que não se alterou com a troca de bateristas (saía Bill Bruford, entrava Alan White).

Porém o Yes embarcaria num ousado projeto, que causaria grandes desgastes internos e colocou em risco o prestígio obtido pelo grupo em terras americanas. De um lado o grupo em sua sonoridade buscou propostas mais grandiosas, investindo em longas suítes, que no final englobariam quatro, uma em cada lado do LP (criando protestos do tecladista Rick Wakeman, que acabou gerando uma contenda entre ele e o resto do grupo durante as gravações). Por outro,o vocalista Jon Anderson, influenciado por idéias orientais, escreveria letras de caráter “esotérico” e “transcendental”. No final de 1973, estava pronto o disco “Tales From Topografic Oceans”.

Lançado em janeiro de 1974, o trabalho foi violentamente atacado pela imprensa musical norte-americana, sendo, até hoje, muitas vezes apresentado como “exemplo” dos excessos e pretensões do progressivo (um tanto injusto, porém não negando o caráter claramente irregular e instável que o disco realmente apresenta). Mas, mesmo assim, o álbum atingiu boas vendas, chegando ao número seis da parada estadunidense.

Por outro lado, a turnê do disco, começou de forma também má sucedida e instável. Maquetes grandiosas de Roger Dean, somados a efeitos especiais exagerados, execução do disco na integra e por fim, tediosas interrupções de Jon Anderson fizeram com o que o público chegasse a mostrar hostilidade com o grupo em algumas apresentações. Apenas a partir de fevereiro de 1974 é que a banda acharia o tom certo e teria uma recepção mais amistosa por parte do público. O clima entre os membros do Yes também estava tenso, porém, Rick Wakeman manteve-se durante toda a turnê, apenas se afastando do grupo ao término dela (abaixo um registro de um show do grupo em Detroit em 1974).

Após todos esses problemas e críticas, seria até previsível que o próximo trabalho de estúdio e até mesmo a turnê naufragasse, certo? Contra todos os prognósticos, não foi o que ocorreu.

“Relayer”, um pouquinho menos pretensioso que seu antecessor e com interessantes mudanças no direcionamento sonoro de algumas faixas, lançado em dezembro de 1974, atingiu ótimas vendas nos EUA, chegando a um surpreendente quinto lugar na Billboard. Além disso, a turnê do disco recebeu uma entusiástica recepção por parte do público, ajudado por um bem escolhido set list.

Na segunda metade de 1975, os membros da banda se dedicariam a carreiras solos e, parcialmente, descansar do bem sucedido, mas consideravelmente tumultuado período. Mas logo a instabilidade voltaria a reinar, especificamente durante a tour “solo”, ocorrida em 1976, onde o ego do grupo e do tecladista Patrick Moraz colidiram, fazendo com que o mesmo saísse de forma não amigável do grupo, mas que abriu portas para a volta de Rick Wakeman ao Yes.

A despeitos dos problemas e excessos, o grupo, no final das contas, manteve seu prestígio e sucesso em alta nos EUA durante a primeira metade dos anos 1970.

Pink Floyd

Vendo os vídeos das turnês grandiosas e bem sucedidas do Pink Floyd nos states nos anos 1980 e 90, é difícil imaginar, que, o grupo, dentre os “medalhões” foi o que mais demorou a conseguir conquistar o mercado norte-americano em todas as suas vertentes (crítica, show e vendas.)

É verdade que o grupo fez algum barulho quando foi para os EUA entre 1967-8, porém muito do prestígio seria perdido pelo comportamento errático e destrutivo do líder da banda, Syd Barrett. O Pink Floyd rapidamente se recuperaria, principalmente ao vivo, porém a banda estava com grandes dificuldades de suplantar a imagem de “ícones da psicodelia” imposta a ela pela imprensa especializada. Somente em 1972, na parte das apresentações ao vivo, que a crítica musical começaria, com certo contragosto, a afastar essa classificação para o grupo (abaixo trecho de um show da banda no Hollywood Bowl, em setembro de 1972).

Mas, principalmente, eram as vendas dos álbuns do grupo por lá que, preocupante mente, não empolgavam. Os discos alcançavam vendas apenas modestas ou regulares, recebendo pouca atenção: Ummagumma (1969)-74° na parada americana; Atom Heart Mother (1970)-56° posição- ; e Meddle (1971)-70° lugar-.

Mas em meados de 1972, a partir de um cuidadoso e ambicioso projeto do grupo, que começou a testá-lo e aprimorá-lo nos shows nessa época, e do interesse da gravadora EMI de solidificar a carreira da banda nos EUA, os rumos do Pink Floyd brevemente tomariam outras direções. Após um longo período de construção do disco em estúdio e de uma cuidadosa estratégia da gravadora de promover esse trabalho e a banda nos EUA, “The Dark Side of the Moon” era lançado em março de 1973.

É desnecessário falar do avassalador sucesso comercial e artístico do disco (número 1 na parada americana e permanecendo cerca de 15 anos no top 200 do país). A crítica, apesar de uma certa má vontade inicial, logo teceria longos elogios para o disco e o grupo, que seguiu com uma bem sucedida turnê no pais até novembro de 1973.

Ainda durante essa excursão, o grupo entraria no longo-e doloroso- processo de construção da obra que iria suceder Dark Side. A banda somente voltaria aos palcos americanos em uma mini turnê de 25 shows entre abril e junho de 1975. O grupo apresentaria faixas inéditas que seriam incluídas no próximo disco, como a suíte “Shine On You Crazy Diamond” e “Have a Cigar” (abaixo, o único registro em vídeo-amador e de baixa qualidade- dessa excursão, em Los Angeles, em abril de 1975).

Em setembro desse ano, finalmente, “Wish you were Here” era lançado e, apesar da recepção fria por parte da crítica e de alguns fãs, o Pink Floyd novamente atingia o número 1 na parada estadunidense, consolidado o sucesso obtido anos antes. Agora o Floyd carimbava em definitivo o status de “supergrupo” também nos EUA.

Conclusões

Apesar do Rock progressivo, no final das contas, não ter feito uma “Invasão dos EUA”,também o mesmo não foi totalmente ignorado ou sem ter chamado a atenção, tanto comercialmente como artisticamente nesse país.

As exceções citadas no texto mostram que o prog teve momentos de sucesso por lá, apesar de, infelizmente, não terem sido tão comuns ou constantes como chegou a ser colocado durante muitos anos. Um aspecto interessante é que os quatro grupos citados, além do sucesso obtido, ao ponto de colocarem discos triplos ou com uma só faixa no top 10 do país, são os únicos do estilo a serem lembrados em filmes de rock, documentários ou até mesmo samplers de hip hop / RAP feitos nos States (não contando a bizarra premiação do Jethro Tull como melhor “disco de hard rock/metal” no Grammy em 1989).

Não desmerecendo outros grupos que tiveram uma repercussão menor, mas nem por isso com menos qualidade, esse artigo teve por objetivo mostrar que o rock progressivo, conseguiu, em alguns momentos, conciliar ousadia, grandiosidade com sucesso comercial. Os grupos aqui apresentados mostram que uma coisa não necessariamente exclui a outra.

Referências

“Pigs might fly” (2007) de Mark Blake

“Close to the edge: The story of Yes” (2003) de Chris Welch

“Yes - uma rara música de quinteto” (1997) de Décio Estigarribia

“Jethro Tull: a history of the band, 1968-2001” (2001) de Scott Allen Nollen

“The show that never ends” (2001) de George Forrester, Martyn Hanson e Frank Askew

Wikipedia

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Sobre Roberto Lopes

Arquivista, professor, cientista da informação e pseudo escritor de música nas horas vagas. Apesar de mais focado no Rock Progressivo e clássico, também curte metal, punk, rock alternativo e indie Rock.

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