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The Who: Quinze minutos de fama no lugar de Keith Moon

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Por Bento Araújo
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“Algum maluco tinha falado para Keith sobre um tranqüilizante para animais, que se misturado com álcool dava um barato interessante. Esse tranqüilizante era colocado numa pistola e disparado contra o animal. Keith tomou uma dose inteira desse tranqüilizante! Depois do desmaio, fomos ver como ele estava e ele parecia morto. Mesmo assim resolvemos continuar...” Pete Townshend (depoimento extraído do home vídeo "Thirty Years of Maximum R&B")

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O “banquinho” da bateria do The Who é um dos lugares mais cobiçados do Rock. Depois da morte de Keith Moon em 1978, o Who teve vários bateristas que tentaram em vão ao menos fazer algo parecido com que Moon fazia. Kenny Jones tinha tocado no Small Faces (depois Faces) e era da turma de Pete Townshend. Tudo parecia “em casa”, mas Jones era um bocado “duro” para realizar as maluquices percussivas de Moon. Depois inventaram de chamar o experiente Simon Phillips, ótimo baterista, técnico e preciso, mas nada a ver com o Who. Phillips é ótimo tocando temas mais complexos, no Rock mais básico o cara se atrapalha (basta conferir sua performance tocando "Stairway To Heaven" ao lado de Jimmy Page no Arms Cooncert, aquele show para arrecadar fundos para o tratamento de Ronnie Lane).

Depois veio Zak Starkey, filho de Ringo Starr, que se não é perfeito, ao menos é o que mais se assemelha ao estilo original de Moon. O que pouca gente sabe é que o Who teve um outro baterista além de todos esses, um sujeito chamado Thomas Scot Halpin.

Uma tour que prometia

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O The Who estava na América para dar início a tour do disco "Quadrophenia", seu mais audacioso projeto, que até hoje divide a opinião dos fãs no quesito ópera-rock definitiva (uns dizem que "Tommy" é a melhor ópera do Who, mas eu fico com "Quadrophenia" e não abro). Os quatro lados do vinil contavam uma excitante história de um rapaz louco para achar sua identidade, tudo bem no centro do movimento Mod inglês da metade dos anos 60. A data marcada para a estréia da tour era dia 20 de novembro de 1973, e o local o Cow Palace em São Francisco. Meses antes da apresentação, a expectativa tanto do público como da crítica era enorme. Todos queriam conferir como que o Who se sairia tocando aquelas audaciosas passagens do "Quadrophenia". Três semanas antes da estréia, os 13.500 lugares do Cow Palace foram vendidos em quatro horas.

Show inusitado

Naquela noite que entraria para a história, o Lynyrd Skynyrd fez o show de abertura. Não precisa nem lembrar que esses então garotos do Sul arrasaram. Estavam promovendo seu primeiro álbum ("Pronounced Leh-Nerd Skin-Nerd"), que acabara de ser lançado. Abrir para uma banda do porte do The Who era algo que precisava ser honrado e eles não deixaram por menos.

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Com a casa lotada e repleta de uma moçada alegre, barulhenta e doidona (estamos em Frisco man’) o The Who já entrou detonando três clássicos de seu já vasto e imponente repertório: "I Can’t Explain", "Summertime Blues" e "My Generation". Passadas as três primeiras músicas, havia chegado a hora mais esperada do concerto, a execução das músicas do badalado "Quadrophenia". Seria um arraso conferir tudo aquilo ao vivo!

Depois da introdução de "I Am The Sea", o baixista John Entwistle chamava a bola da vez para si e mandava "The Real Me" (uma das mais impressionantes linhas de baixo do Rock!). A agressividade da canção já deixava todo mundo maluco. O Who ousava como sempre e ia apresentando seu denso e emocionante novo material na forma de "The Punk And The Godfather", "I'm One", "Helpless Dancer", "5.15" e "Sea And Sand".

Tudo ia perfeitamente bem até que na metade de "Drowned", Keith Moon começou a trazer o andamento para trás (como os músicos costumam chamar quando o andamento da música vai retardando). Moon estava com a aparência péssima, sendo que a “ainda” a metade do show se aproximava e parecia que ele tinha corrido uma maratona completa. O batera cantou "Bell Boy" com muito esforço, trazendo todas suas forças para gritar aquele famoso “get the fucking baggage out!”. Logo após ainda vieram "Doctor Jimmy" e "Love Reign O'er Me", todas do álbum "Quadrophenia".

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Depois de apenas alguns minutos com o palco escuro, começa a rolar a introdução de "Won't Get Fooled Again", mas algo estava completamente errado: Keith Moon não havia executado suas partes de bateria, ele simplesmente não entrou na música. Pete Townshend, Roger Daltrey e John Entwistle viraram imediatamente para trás e viram Moon completamente inconsciente, desmaiado sobre as peças da bateria! Os roadies vieram e rapidamente levaram Moon para o backstage, colocando-o debaixo de uma ducha gelada, tentando a todo custo reanimar o baterista. A banda terminou a música sem baterista, logo se retirando do palco. Ninguém na platéia tinha a mínima idéia do que estava acontecendo. Moon parecia que tinha apagado mesmo e o primeiro integrante da banda pego de surpresa pelo desespero foi Pete Townshend, que voltou ao palco e abriu o jogo com a galera, dizendo que Moon estava mal, mas que eles estavam fazendo de tudo para trazê-lo de volta ao tablado. O guitarrista ainda ironizou: “O pior de tudo é que sem ele nós não somos um grupo!”.

Depois de meia hora de interrupção, Moon estava pelo menos com os olhos abertos (graças a uma poderosa injeção de cortisona) e o Who resolve voltar ao palco do Cow Palace, como sempre, ovacionados pelos presentes. Moon foi aparecendo timidamente no canto esquerdo do palco quando Pete o agarrou (nitidamente dando-lhe um belo tranco) e o trouxe bem para o meio do palco, dando a impressão que tudo estaria bem. Começaram até a trocar uns tapas, como sempre faziam nos shows, e Pete ergueu o punho de Moon como se este fosse o vencedor de alguma luta. Apesar das brincadeiras, estava na cara que Moon não estava nada bem.

Pete arrastou Moon até seu kit e a tensão começava a tomar conta do imenso Cow Palace. O baterista ficou lá sentado com cara de apavorado e Pete começou a afinar sua guitarra, tudo isso com a platéia fazendo aquele habitual barulho infernal. Daltrey, Townshend e Entwistle se olhavam entre si e encaravam Moon. “Magic Bus” seria a próxima música. Moon até que levou bem o início da canção, batendo seus bastões de madeira entre si, como sempre fazia em "Magic Bus". Na hora dele entrar com a bateria em si, aconteceu o que já era esperado; Moon despencou sobre o chimbau e ficou apoiado entre as caixas e os tons, completamente inconsciente. Os roadies carregaram o baterista para o backstage enquanto que os outros três membros do Who passaram a improvisar, tentando ao menos entreter a platéia. Towshend puxou um riff e Daltrey o acompanhou com a voz. Sem pausa já emendaram uma versão de "See Me Feel Me". Foram sem bateria até o final da canção, com Daltrey fazendo a marcação em um pandeiro.

Um membro da equipe avisou a banda que Moon estava totalmente sem condições, inclusive já a caminho do hospital. Townshend relembrou o episódio anos mais tarde, no documentário "Thirty Years of Maximum R&B": “Num certo ponto daquele show, Keith estava tocando muito mal. Ele caiu pra trás e ficou desacordado por uns instantes. A equipe o levou para os camarins e deram-lhe uma injeção, que o fez recuperar-se um pouco. Ele voltou, tocou mais meia música e desabou novamente...”.

Pete, sem sequer consultar Daltrey e Entwistle, foi falando no microfone: “Alguém aqui sabe tocar bateria?” Até aí todo mundo estava pensando que o guitarrista estava só brincando, mas de repente, ele solta com um tom de voz bem sério: “Eu preciso de um bom baterista!”.

Você deve estar se perguntando: “Que ousadia querer substituir Keith Moon!” Faltavam somente três músicas para o fim do show e confesso que também não sei o que se passou na cabeça de Pete Towshend, que na edição de janeiro de 1974 da revista Rolling Stone explicou melhor: “Quando Keith desmaiou naquela noite, o nosso show tinha se transformado numa imensa humilhação. Eu queria manter o show rolando, tudo que eu menos desejava era encerrar tudo naquela situação constrangedora e ver todo mundo ir pra casa resmungando depois de ter esperado oito horas na fila!” Ainda bem que eles resolveram continuar, pois é justamente nesse momento que entra na história o nosso herói dessa matéria...

Um caso para se contar aos bisnetos

Sabe aquele show histórico que você assistiu na sua juventude? Aquele que provavelmente você irá contar para as próximas gerações, atazanando o coitado do seu filho, neto e quem sabe, até bisneto?

Essa sua história sobre tal show não é nada, perto da história que um tal de Thomas Scot Halpin tem para contar para seus primogênitos. Halpin, com 19 anos de idade na época, era um simples fã da banda inglesa. O garoto de Muscatine, Iowa, assistiu aquele show do Cow Palace junto com um amigo também de Muscatine, Mike Danese. Ambos precisaram recorrer aos cambistas para conseguir um ingresso, já que o espetáculo estava completamente “sold out” três semanas antes.

Halpin e Danese gastaram uma bela grana mas conseguiram duas cadeiras laterais bem próximas ao palco, de onde curtiram bastante os praticamente 70 minutos de show com Keith Moon na bateria. Com o colapso do baterista e com um desesperado Townshend perguntando por um substituto, um mar de braços se ergueu no Cow Palace e rapidamente havia se formado uma fila de bateristas na entrada do palco.

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Halpin estava a mais de um ano sem tocar o instrumento, fato esse ignorado pelo seu amigo Mike Danese, que sentiu a possibilidade de Halpin subir naquele palco e tocar com ninguém menos que o The Who. Danese passou a gritar e pular tão insanamente que acabou chamando a atenção do lendário empresário Bill Graham (padrinho e mentor das mais importantes casas de shows da América: os Fillmores, o Winterland Ballroom, e outras).

Graham chegou para a dupla e perguntou a Halpin se ele estaria confiante para sentar na bateria de Keith Moon, encarar aquelas 13.500 pessoas e tocar as três músicas que ainda faltavam ser executadas pela banda. Danese sem deixar Halpin abrir a boca, garantiu para Graham que seu amigo era o melhor baterista da platéia e que não se arrependeria da escolha. Em cerca de dois minutos, Halpin já entrava no palco e estava cumprimentando Townshend. Os roadies o levaram até a bateria e lhe mostraram todas as peças, dando-lhe um par de baquetas.

No final da década de noventa, Halpin chegou até a ser entrevistado por um jornal de São Francisco e relatou: “Eu caminhei para a bateria do meu maior ídolo no mundo da música e sentei no banco dele, que ainda estava quente... Pete falou no meu ouvido: 'Você tem que me seguir, olhe sempre pra mim e me acompanhe que tudo dará certo'...”

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O jovem substituto de Moon, ficou no palco por cerca de 15 minutos e tocou com o Who: “Smokestack Lightning”, “Spoonful” e “Naked Eye” encerrando o fatídico concerto. “Eu toquei aquelas três músicas com eles e a platéia, ao contrário do que eu pensava, não arremessou nada no palco e nem me vaiou”, relembra Halpin. A revista Rolling Stone ainda elegeu Halpin, só de gozação, um dos músicos-revelação daquele ano de 1973. O figura ainda declarou para a revista: “Tudo aconteceu tão rápido que nem tive tempo para pensar no que estava acontecendo! Não deu tempo nem de ficar nervoso!”.

Em “Smokestack Lightning” e “Spoonful”, o jovem baterista deu conta do recado, sem chegar a comprometer o resultado final. Agora botar o coitado para tocar “Naked Eye” foi loucura! O cara se perdeu completamente nas viradas alucinantes que só Moon sabia executar. Pete ainda tentou ensiná-lo dando alguns toques, o que não adiantou nada, pois “Naked Eye” foi um verdadeiro desastre. Estava acabado naquele instante o mais bizarro show da carreira do Who.

Festa no Backstage

O show já havia se encerrado, mas o sonho que Thomas Scot Halpin estava vivendo acordado estava longe de acabar. A convite de Roger Daltrey, Halpin e seu amigo Mike Danese foram gentilmente convidados para uma “festinha particular” com a banda e equipe no Backstage. Daltrey, que naquela altura bebia Jack Daniel’s direto no gargalo da garrafa, se mostrava muito gratificado com a participação de Halpin naquela ocasião. Ofertou uma jaqueta da Quadrophenia Tour para o jovem baterista e ainda lhe garantiu que mandaria entregar um cheque de U$ 1000 ao rapaz, como retribuição a “canja” daquela noite.

Halpin e Danese foram um dos últimos a sair do local. Ficaram impressionados com o tamanho da mesa de comida servida para a banda e equipe. Encheram a barriga e ainda levaram comida pra casa. Meses depois, Halpin recebeu uma carta escrita a mão por Pete Townshend, onde o músico agradecia aquela participação no Cow Palace. Mas nada do cheque prometido.

Graças a aqueles quinze minutos de fama, o cara ainda descolou uma audição para o cargo de baterista do Journey, mas é óbvio que não ficou com o cargo que foi assumido pelo “monstro” Aynsley Dunbar.

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Depois daquela fatídica abertura de tour, o Who continuou na estrada promovendo o magnífico "Quadrophenia". O grupo partiu direto para Los Angeles, onde fariam algumas apresentações. Keith Moon chegou de cadeira de rodas e passou a maior parte do tempo dormindo no hotel. Dois dias depois o baterista estava recuperado e quebrou tudo (como sempre) nos shows do L.A. Fórum.

Em 1976, o The Who voltou para São Francisco e foi fazer um show no Winterland. Halpin foi lá conferir seus ídolos novamente e encarou uma espera de quatro horas em frente a entrada das limosines da banda para tentar conseguir um ingresso. Sem sucesso e esbanjando frustração, o cara conseguiu achar Bill Graham, que o reconheceu e fez questão de levá-lo para finalmente conhecer seu ídolo Keith Moon.

Hoje, aos 50 anos de idade, Thomas Scot Halpin é um pintor não tão bem sucedido. Largou a música e fica todo assanhado quando o assunto é aquele show de 1973. Confessou que adoraria rever o vídeo do show, gravado de forma amadora em 2 câmeras P&B e propriedade exclusiva dos arquivos de Bill Graham (morto num acidente aéreo em 1991). Mas pode ter certeza que o que Halpin mais adoraria ver, é o cheque de U$1.000 prometido por Roger Daltrey, que até agora não chegou e nem adianta mais chegar, já que Halpin faleceu recentemente, aos 54 anos de idade, de causa ainda não esclarecida.

Set List apresentado pelo Who no show do Cow Palace:

I Can't Explain
Summertime Blues
My Generation
I Am The Sea
The Real Me
The Punk And The Godfather
I'm One
Helpless Dancer
5.15
Sea And Sand
Drowned
Bell Boy
Doctor Jimmy
Love Reign O'er Me
Won't Get Fooled Again
Magic Bus
See Me Feel Me
Smokestack Lightning
Spoonful
Naked Eye

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Sobre Bento Araújo

Bento Araújo nasceu em 1976. É jornalista profissional e adora a música dos anos 60 e 70. É o editor chefe da Poeira Zine, a única publicação do país dedicada à música dos bons tempos. Lá ele escreve os textos, faz a diagramação, cuida da arte, do visual, faz 'a social' com os anunciantes, distribui, faz correio, banco, responde os e-mails e as cartas e também limpa o banheiro da redação... Além de tudo isso, o cara ainda tira uma onda tocando contra-baixo pela noite paulistana, além de vez ou outra fazer um 'bico' em alguma loja de discos em troca de raridades vinílicas... O Editor também oferece seus serviços jornalísticos e musicais a quem se interessar... (nada que uns bons dólares não possam resolver...)

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