O Msg é a banda do guitarrista Michael Schenker. Este alemão fez parte de duas das maiores bandas de hard rock de todos os tempos, o Scorpions e o Ufo. Após sair do Scorpions para se juntar ao U.f.o, Michael ficou por lá um tempo até se mandar em 80 para uma carreira solo cheia de altos e baixos.
A banda foi batizada de MSG (Michael Schenker Group) e trazia no seu line up, Gary Barden (voz), Simon Philips (bateria), Mo Foster (baixo) e Don Airey (teclado), este último vindo do Rainbow. A formação não era das mais incríveis porque, se de uma lado tinha Mike e Don que eram incríveis, do outro tinha Mo e Gary que eram apenas razoáveis.
O primeiro disco foi The Michael Schenker Group (Chrysalis 1980) e surpreendeu a crítica que nunca simpatizou muito com Michael e por isso não lhe dava o devido valor.
Em 81, o line up foi todo reformulado, e apenas Barden ficou no posto. Na batera estava Cozy Powell (ex-Rainbow também), Paul Raymond (ex-Ufo) e Chris Glen (Alex Harvey Band). Com este time afiadíssimo, Michael gravou “MSG” e mostrou ao mundo que não dependia nem do Scorpions e nem do Ufo para aparecer.
Em 82, Michael se mandou para o Japão, onde era idolatrado, e gravou o show no Budokan Hall que se tornou um álbum ao vivo oficial. O álbum ao vivo fez muito sucesso na Europa e trouxe status à banda, em meio a algumas críticas.
Após este álbum, a eficiência de Gary começou a ser contestada e Michael lhe deu o cartão vermelho. Quando ia começar a procurar um novo vocalista, Cozy anunciou sua saída em razão de um convite do Whitesnake. Ainda em 82, Michael recrutou dois novos integrantes e lançou o disco “Assault Attack”. Os substitutos eram Ted Mckenna na bateria e Graham Bonnet (outro ex-Rainbow) no vocal.
A escolha de Graham teve a ver com a timbragem, que era parecida com a de Gary, e Michael queria manter um padrão na banda. Mas a idéia foi por água abaixo, já que Graham colocou muitas de suas infuências no disco. O resultado foi um álbum totalmente diferente dos anteriores.
Um álbum foi suficiente para que Michael dispensasse Graham e convoca-se Gary de volta. O novo disco chamou-se “Buil to Destroy” e teve uma fraca repercussão, pois o conteúdo deixava a desejar.
Em 84 saiu “Rock Will Never Die”, que trazia o vocalista Derek St. Holmes junto de Gary Barden, que após o disco resolveu sair fora e formou o Statetrooper.
Michael havia voltado para a Alemanha quando resolveu se juntar ao vocalista Robin McCauley da banda Grand Prix. O McCauley Schenker Group era formado por Steve Mann, Rocky Newton e Bodo Schopf, além deles dois, óbviamente. As letras ficavam a cargo de McCauley e Schenker cuidava dos arranjos.
“Perfect Timing” foi lançado e trouxe um som altamente Americanizado e... vazio. Apesar de tudo, o resultado foi melhor do que o conseguido com suas antigas bandas.
Em 89 saiu “Save Yourself” que teve um resultado melhor. A banda começava a acontecer realmente. Com isso eles trazem para o time Jeff Pilson (ex-Dokken) e James Kottak (ex-Kingdom Come), baixo e bateria respectivamente.
O line up da banda era um dos melhores que os dois já haviam tido, mas por azar ou má sorte, a banda decepcionou. O disco “MSG” (92) não empolgou os fãs que preferiram guardar seus trocados a comprar o disco que foi duramente criticado.
Durante a década de 90, a banda não lançou nada que pudesse ser considerado pela crítica ou pelo público. Com isso, o jeito para Michael foi retornar ao Ufo, onde ficou um período para sair novamente.
Novamente na estrada com sua banda, o MSG retornou as atividades em 2001. Seu álbum tem o sugestivo nome de “Be aware of Scorpions”.
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É carioca, tem 23 anos e ouve rock desde pequeno. Suas principais influências são dos anos 70 e 80. Fez vários trabalhos relacionados ao rock, desde programas de rádio até promoção de eventos. Além disso, é músico e também faz trabalhos relacionados ao teatro. Oficialmente trabalha para a secretaria de fazenda de uma prefeitura de um município do Rio. Atistas prediletos: Kiss, Alice Cooper, Van Halen, Todd Rundgren, Asia, Kansas, Journey e as bandas do cenário do hard oitentista.
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