Extrapolando - Número 2

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Por Márcio Ribeiro
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Oi pessoal! Eu sei que não escrevo nada para a coluna desde dezembro, mas acho que posso ser perdoado. Afinal, a coluna Pé de Página se compromete a contar estórias e falar sobre bandas obscuras e pouco lembradas, certo?

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Desde janeiro, vem sendo postada fora desta coluna a matéria sobre as participações de Jimmy Page como músico de estúdio contratado. Entitulado “As Sessões de Jimmy Page”, o texto oferece um desfile de bandas obscuras e pouco lembradas, com direito a biografia resumida e em alguns casos, aonde foram parar seus integrantes. Uma festa pra quem gosta do assunto. Mas vendo o tempo passando, os meses somando, achei que já passara da hora de oferecer um texto novo para este pequeno espaço que tanto gosto. Ofereço, então, como fim do recesso, mais alguns casos de excessos que chamarei, Extrapolando – Número 2.



Tico-Tico

A modelo, atriz e cantora Nico, acabaria mais famosa pelos casos que teria com músicos e artistas famosos do que pelos discos e filmes que lançaria. Um dos mais antigos casos seus foi o ator Alain Delon, com quem ela teria um filho. Enquanto estava assinada com o selo inglês Immediate Records, ela teve um caso com Brian Jones. Depois ela se mudaria para Nova York onde, através da influência de Andy Warhol, assinaria com o selo Verve Records, se associando primeiro com o Velvet Underground antes de dar continuidade a sua carreira solo. Outros casos que surgiram de sua passagem pelos Estados Unidos incluem Bob Dylan, Lou Reed, John Cale, Jim Morrison, Iggy Pop e Jackson Browne. Todos estes artistas, quando perguntados, comentam sobre seus romances com Nico com muito carinho. “Ela me ensinou a chupar xoxota” diria Iggy Pop nostalgicamente.



Capotando Após Coito

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Iggy Pop conta uma curiosa história sobre a sua primeira vez. Ele morava em uma casa com os demais Stooges, bancada pelo então empresário da banda, Jimmy Silver. Com dezenove anos de idade, quase vinte, até então esteve satisfeito com a fase do tirar um sarro no sofá e mamar nos peitinhos. Foi preciso uma mulher mais velha, que literalmente o seduziu, para ele finalmente perder a virgindade.Assustado feito o virgem que era, após o coito em uma relação onde ela praticamente fez tudo, Iggy saiu correndo, pulou na bicicleta e desceu a rua pedalando a toda velocidade. Ao virar na primeira esquina bateu de frente com um carro que vinha na direção oposta. Segundo Iggy conta, ele voou por cima do carro, girou o corpo em pleno ar e caiu de pé atrás do veiculo. O impacto da primeira trepada. Esta foi a primeira em uma série de mudanças em sua vida.



Aquela do Bêbado

Como qualquer um que conhece a vida de Jim Morrison sabe, todas essas histórias envolvendo este brilhante poeta e interessante cantor, se passam com ele invariavelmente em um estado de embriaguez lastimável. Jim Morrison é um clássico exemplo do bêbado chato. De todas as histórias que já ouvi de pessoas que compartilharam de sua companhia, todos são unânimes em apontar que Jim Morrison bêbado era muito chato. Um saco, realmente. Assim conta o dono de um bar no Sunset Strip, importante avenida de Los Angeles onde vários dos grandes clubes e boates estão localizados. Em um dos bares da rua, certa noite, com a casa fervilhando de gente, Jim Morrison após umas boas doses, estava entrando em sua engrenagem de ébrio chato com o pé embaixo.

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Querendo chamar atenção da bartender, a moça atrás do balcão servindo as bebidas, Morrison começa a ficar inconveniente. A moça está educadamente tentando ignora-lo porque já recebera ordens de não mais servi-lo. Morrison já havia aprontado em todos os bares da redondeza e havia em alguns lugares uma política de limite se tratando deste (e possivelmente outros) cliente(s). Morrison sabendo o que estava se passando, passa a tentar de todas as maneiras fazer a moça olhar para ele para servir-lhe outra dose. Depois de cansar sem conseguir nada da moça, Morrison estava pronto para sair e procurar outro bar, coisa que ele havia ameaçado fazer diversas vezes durante seu monólogo com a bartender. Ao se levantar para finalmente ir embora, ele abriu a braguilha, botou o Bráulio pra fora e urinou no balcão. Sim, ele foi ejetado do recinto.



Outra Daquelas de Bêbado

Se Jim Morrison é um bêbado chato, já John Lennon é notório por ser um bêbado agressivo. E não era preciso muito álcool para ele chegar nesse ponto. Segundo quem esteve com ele, depois do quarto drinque Lennon começa a agredir verbalmente as pessoas e se não devidamente distraído, a coisa às vezes acabava em agressão física mesmo.

Durante seu período em Los Angeles, onde morou por cerca de dezoito meses, houve várias estórias onde o bom senso passou ao largo. Uma das mais conhecidas é justamente a respeito de uma briga. Foi em março de 1974 quando John Lennon, acompanhado de sua secretária May Pang e o amigo Harry Nilsson, estavam no Troubadour Club assistindo uma apresentação de The Smothers Brothers. Bêbados, ficaram interferindo com comentários engraçados que com a insistência e gradual aumento de níveis de álcool, passaram a realmente perturbar o andamento natural do show.

Entre membros do público assistindo este momento infeliz do famoso ex-Beatle, estavam outras celebridades. Pessoas como Paul Newman, Joan Woodward, Peter Lawford, Jack Hayley Jr., Pamela Grier e Linda Lovelace, todos atores e atrizes; os comediantes Flip Wilson e Lily Tomlin; além da cantora Helen Reddy.

Versões não muito esclarecedoras dão conta que Lennon então xingou ou empurrou uma das garçonetes que servia sua mesa. Isto foi o suficiente para que Lennon e seus amigos fossem convidados a se retirar. Com o forte argumento de um robusto leão-de-chácara, Lennon e Nilsson foram expulsos do local, Nilsson chegando a tentar soltar alguns socos e sendo pego em flagrante, ao lado de Lennon, por uma fotógrafa de um jornal de fofocas.

O nome da fotógrafa é Brenda Perkins e como era de se esperar, Lennon não gostou de ser fotografado naquela situação e solicitou a máquina e o filme. Outra briga, agora no estacionamento, faz com que outro empurra-empurra se inicie com a presença do leão-de-chácara. Lennon e Nilsson acabam indo embora para curtir a ressaca em casa.

John Lennon e Harry Nilsson
O detalhe desta historia é que Brenda Perkins saiu daquele estacionamento e foi direto ao xerife dar queixa de agressão física, culpando John Lennon. Evidentemente que Lennon nega a agressão e questiona que, se ela é uma fotógrafa e ele a agrediu, onde estavam as fotos que ela bateu da agressão? No fim, com medo que este assunto chegasse até os jornais e piorasse ainda mais a sua situação para conseguir um visto de residência na América, Lennon paga mil dólares a Brenda para encerrar o caso. Chantagem pura e simples.

Lennon e Nilsson no dia seguinte mandaram flores para os Smothers Brothers pedindo desculpas pelo seu comportamento ébrio e deselegante, e também retornaram dois dias depois ao Troubadour para pessoalmente pedir desculpas ao dono do estabelecimento. Tommy e Timmy Smothers passam a tratar o incidente com extrema elegância, comentando para os jornais que a culpa do ocorrido era em parte deles por ter dado corda a John Lennon que já estava visivelmente bêbado. Completando, comentam que a imprensa aumentara o assunto completamente fora de proporção.



Visita de Doente

John Lennon se queixava muitas vezes sobre a época das excursões americanas nos tempos dos Beatles, onde tinham que fazer festinha para um bando de crianças aleijadas em tudo que era cidade. Era como se ao tocar em um Beatle, a criança tivesse uma oportunidade de ser curada. Lennon comparava aquilo e demais loucuras daquelas excursões como o filme Satiricon de Fellini.

Bem, tem uma história interessante centrada no mesmo assunto, com os Rolling Stones. Aconteceu quando a banda, mormente Mick Jagger e Keith Richards, voltou a se entender, rendendo a primeira excursão em dez anos, a Steel Wheels Tour. Sabendo que iria morrer, um menino com uma doença maligna e sem chances de sobreviver, pede ao pai para assistir um show desta excursão como sendo uma das coisas que ele realmente gostaria de fazer ainda em vida. O pai do menino então, entrou em contato com os responsáveis pela excursão, e contou a situação comovente, querendo saber da possibilidade da banda receber o menino no backstage. A questão foi estudada e a permissão foi concedida.

No dia do show, o menino em uma cadeira de rodas foi levado para conhecer os famosos Rolling Stones. Todo mundo envolvido com este encontro estava ciente que chegaria um garoto em péssimo estado de saúde, portanto não era para ninguém fazer expressão de nojo ou comentários indevidos. Quando o garoto chegou, de fato estava com um ar doentio, falando através de uma caixinha, com uma voz robótica. Os cinco Rolling Stones procuraram ser agradáveis e sociáveis.

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O encontro não durou mais do que quinze minutos e já no final, como é de praxe nestas ocasiões, Mick Jagger perguntou-lhe se havia alguma coisa que eles poderiam lhe dar. Havia uma mesa no recinto, cheia de lembranças do show, camisas, chaveiros, CDs, pôsteres, etc. Era o momento de entregar ao rapaz estas lembranças promocionais e depois alguém leva-lo até seu lugar para assistir o show.

No entanto, o menino respondeu a pergunta com um pedido inesperado. O menino fez o seguinte pedido: “Eu gostaria muito de uma mulher para me dar um boquete e quero ficar doidão que nem os Rolling Stones.” Todos gelaram imediatamente, um silêncio desconfortável tomando conta do ambiente. Uma infinidade de segundos depois, Keith Richards começa a rir. Estava óbvio que o guri estava mal mesmo e ia morrer. A idéia de ele bolar um encontro desses, já arquitetando fazer este tipo de pedido foi Rolling Stone demais para não ser atendida. Keith votou a favor.

O guri teve após o show uma noite em um quarto de hotel cinco estrelas, aonde recebeu uma garota de programa, contratada de uma das melhores agências e devidamente informada sobre seu cliente e suas obrigações. Além da mulher, ficou a sua disposição um bar estocado de bebidas, uma quantidade de haxixe, cocaína, além de outros compostos químicos, tudo por conta dos Rolling Stones. Rocks off...



Banho de Champanhe

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Em Frankfurt, durante a excursão européia dos Rolling Stones de 1971, Bobby Keys impressiona uma linda modelo ao convida-la para tomar um banho com ele em sua banheira cheia de champanhe. Para encher a banheira, Bobby precisou de nada menos do que vinte e oito garrafas de Don Perignon. Esta extravagância ficou famosa entre os contos sobre excessos de uma banda na estrada. Bobby ao comentar a respeito teria dito que ele sempre quis saber a sensação de um banho de champanhe e sua companhia fez a brincadeira valer a pena, independente do custo financeiro da estripulia.



O Encrenqueiro Dave Davies

Bem, se o assunto é falta de comportamento, uma banda que tem estórias para contar é The Kinks. Os Rolling Stones podem ter a fama, mas no dia a dia, os Kinks aprontaram mais brigas do que a maioria. Para se ter uma idéia, o baixista original e co-fundador deixou o grupo porque não agüentava mais tanta baderna, briga e discussão. Dos quatro, ninguém era mais perverso do que o caçula Dave Davies, notório por ser o garoto tinhoso da rua.

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Uma das primeiras formações da banda contava com Rod Stewart, um adolescente ainda começando. Stewart ficou uma semana e meia na banda e depois avisou que ia embora. Para ele, Dave Davies, então com quinze anos, era irritante demais.

Alguns anos depois, já famosos, após uma gratificante apresentação da banda em Copenhagen, Dinamarca, vão comemorar em um bar. Bêbado, Dave Davies joga seu copo contra um gigantesco espelho atrás do balcão. Acabou tendo que passar a noite na cadeia pela sua violenta e gratuita ação. De quebra, por ele ter cabelos longos em uma época onde isto era novidade e em um lugar aonde essa novidade ainda não chegara, apanhou da polícia, por ser classificado como homossexual. Se hoje homofobia é crime, na época, o crime era a homossexualidade. E pelo jeito, passivo a linchamento e outros incômodos.

Outra história envolvendo briga conta que em uma recepção, o irmão mais velho de Dave, Ray Davies, passou parte da noite conversando com um grupo de ‘fashion designers’, um dos quais empolgado, passara a criticar toda a carreira dos Kinks. As críticas sobre não aderir à nova moda promovida pelos estilistas modernos, vários presentes ao local, era o assunto deste círculo, e Ray ouviu a tudo passivo e complacentemente. Contudo, quando um dos rapazes criticou a roupa que ele usava naquele momento, Ray ficou tão insultado que prontamente passou a lhe desferir alguns socos. No dia seguinte, ele estava compondo a letra de Dedicated Follower of Fashion, um dos seus últimos grandes hits da década de sessenta.



Na Alegria e Na Dor

Bem menos conhecida internacionalmente, outra banda com uma larga bagagem de estripulias é The Pretty Things. Tanto que, quando marcado uma sessão para gravar a canção “You Don't Believe Me” em 1965, o produtor escalado, Jack Baverstock, alegou incompatibilidade com a banda e passou a obrigação para outro. Para o seu lugar, foi contratado Bobby Graham, respeitado baterista de aluguel que trabalhou muito com Jimmy Page. Graham passara a produzir bandas para o selo Fontana em inicio daquele ano. O que faz desta sessão tão especial é que no dia anterior, o baixista da banda, John Stax, se casava. Estava combinado que John Acutt, baixista de The Fairies, iria substitui-lo, Stax tendo planos involvendo sua lua-de-mel.

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Os integrantes do Pretty Things rapidamente conseguiram uma certa fama de serem temperamentais quando bêbedos. E os rapazes gostavam muito de beber e não sabiam reconhecer quando já haviam bebido o bastante. Muitos dos casos de desordem tem em Viv Prince, baterista do grupo, o seu maior agitador. Curiosamente, ele foi inserido na banda pela gravadora Fontana para dar estabilidade ao grupo. Prince acabou mostrando ser o mais selvagem alcoólatra do grupo.

Apresentados os personagens, a história se passa após a recepção do casamento. O evento tendo sido realizado não muito longe de sua casa, Viv resolve fazer o caminho a pé. Trôpego e cambaleando, Viv é interpelado por um policial contrariado com seu estado de embriaguez pública. Iniciou-se uma discussão, e Viv, em demonstração óbvia de despeito, derruba o quepe do referido policial, e acaba detido. Dormiu na cadeia e perdeu a gravação, Twink Alder, baterista do The Fairies sendo escalado em cima do laço.

Viv Prince acabaria deixando a banda no final do ano quando os Pretty Things estavam retornando de uma excursão à Nova Zelandia. Viv depois de tomar e cheirar todas, entrou em uma discussão com o piloto por causa de seis garrafas de whiskey. Aparentemente Viv queria guardá-las debaixo de seu banco enquanto o piloto insistia que elas precisariam ser guardadas no fundo da nave em um espaço especifico para isso. Cheio de disposição para discutir, acabou sendo expulso da aeronave pelo piloto, perdendo a viagem. Ao conseguir retornar para Londres, descobriu que outro baterista tomara o seu lugar.



O Barbeador e a Barbicha

Certa ocasião por volta de 1976, Rick Derringer estava recebendo Todd Rundgren e sua então namorada Bebe Buell, em sua casa no Village, bairro boêmio de Nova York. Derringer por sua vez, morava com a esposa Liz Derringer. Os dois casais tomaram mescalina naquela tarde e enquanto os dois músicos foram para um canto levar som e trocar umas idéias musicais, as duas mulheres resolveram trocar uns papos sobre beleza feminina. Coisa de mulher.

Bebe Buell e Liz Derringer
Pois bem, o assunto entre as mulheres passou a girar em torno de um novo barbeador elétrico que Rick havia ganhado. Aparelho de barbear elétrico não era uma novidade no mercado, contudo este deveria ter algo incomum o suficiente para se tornar assunto. Ou talvez fosse a mescalina que tomaram antes que conferira ao aparelho tamanho interesse. No papo, resolvem ir ao banheiro com a novidade elétrica e serem criativas. Passaram a raspar os pelos pubianos, os próprios e uma da outra. Queriam conseguir algum efeito ou desenho atraente. Enfim, queriam ser criativas. As conclusões de como e aonde, ficam para cada um.

Uma vez trancadas no banheiro, antes de iniciarem, fizeram a coisa mais higiênica, que foi limpar o barbeador dos pelos que por ventura pudessem estar lá. Quando Liz fez isso, descobriu um monte de pelinhos brancos. Claro! Johnny Winter certamente passou pela casa e acabou usando o aparelho. Admirando os pelinhos brancos e sob o efeito da mescalina, concluem que aquilo parecia cocaína. Diabolicamente resolveram juntar tudo em um papelotezinho, desceram a rua até MacDougle Street e venderam o papelote como cocaína para o primeiro otário que encontraram, por vinte dólares.



Banheiro de Festa

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Uma festa em New York num prédio decadente acontecia em meados da década de oitenta. Várias pessoas presentes, alguns da área de artes plásticas, havia músicos, simples estudantes e muitas mulheres. Depois de ingerir algum composto químico não identificado com intuito de ficar chapado, um certo indivíduo que estava às vésperas de viajar ao Brasil com a banda de Iggy Pop, sentiu o estômago contorcer. Tomado por uma vontade inadiável de vomitar, correu para o banheiro que ele sabia estar ocupado. Invadiu o recinto apenas para encontrar Johnny Thunders trepando com uma loira; ele encostado na pia, ela apoiada na privada. Sem mais tempo para palavras, o rapaz virou para o lado e vomitou na banheira. Thunders não interrompeu seu ritmo em momento algum, continuando como se nada de anormal estivesse acontecendo. O rapaz vomitando, depois da primeira leva, procurou se desculpar. Disse algo do tipo, “Desculpa cara, mas não teve outro jeito.” Thunders apenas sorriu e disse, “Nem esquenta. Já estive aí. Sei como é que é.”

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Sobre Márcio Ribeiro

Nascido no ano do rato. Era o inicio dos anos sessenta e quem tirou jovens como ele do eixo samba e bossa nova foi Roberto Carlos. O nosso Elvis levou o rock nacional à televisão abrindo as portas para um estilo musical estrangeiro em um país ufanista, prepotente e que acabaria tomado por um golpe militar. Com oito anos, já era maluco por Monkees, Beatles, Archies e temas de desenhos animados em geral. Hoje evita açúcar no seu rock embora clássicos sempre sejam clássicos.

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